Educação Especial

Não sou especialista no assunto, considero todos especiais.
Algumas coisas se ensinam nas escolas outras em casa, algumas vezes só vivendo...

EDUCAÇÃO ESPECIAL é necessariamente para quem precisa ser melhor do que já é, não pretendo ensinar apenas mostrar formas diferentes de se pensar para ensinar e de maneiras diferentes de aprender, mesmo que te considerem NORMAL.

Pequeno guia para entender as línguas de sinais
Posted: 09 Jan 2014 06:01 PM PST
Foi quando passei algum tempo fora do Brasil (e não foi preciso muito!) que pude experimentar minha ligação afetiva com a nossa língua. Escutar Português depois de dias só ouvindo e falando outras línguas era música para os meus ouvidos e coração.
Em um primeiro momento, pode não parecer óbvio, mas a língua é uma das principais manifestações culturais e identitárias. Isto significa que é possível conhecer muito de uma cultura pela sua língua. Visões de mundo e transformações de modos de viver e pensar podem ser identificados nas mais variadas construções linguísticas, sotaques, expressões, palavras e palavrões.
Mas um país não é feito de uma única língua. Segundo Gilvan Oliveira, professor e pesquisador na área da Linguística, no Brasil se estima que são mais de “210 línguas em uso por cerca de um milhão de cidadãos brasileiros que não têm o português como língua materna”.
E a Libras, a Língua Brasileira de Sinais, além de ser uma língua não oficial, pertence a uma modalidade de comunicação específica: é visual e espacial.
Captura de Tela 2013-11-30 às 23.45.37Fotografia estroboscópica dos sinais “juntar” e “informar” da Língua de Sinais Americana | Fonte: Vendo Vozes – uma viagem ao mundo dos surdos
Apesar da Libras ter sido regulamentada em 2005 pelo decreto 5.626, ainda são muitos os enganos a seu respeito. Vamos esclarecer algumas questões recorrentes.

Surdo ou surdo-mudo?

O termo “surdo-mudo” é rejeitado pelos grupos e associações de surdos. O portal da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos explica que a expressão “tem sua raiz na história, num tempo muito antigo quando a pessoa Surda estava condenada à mudez. Ser surdo significava automaticamente ser mudo, e pior, ser um abandonado, excluído, desacreditado!”
Oliver Sacks, neurologista norte-americano e autor de “Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos” explica que os surdos foram considerados “‘estúpidos’ por milhares de anos e considerados ‘incapazes’ pela lei ignorante – incapazes para herdar bens, contrair matrimônio, receber instrução, ter um trabalho adequadamente estimulante”, negando-lhes direitos humanos fundamentais. A “mudez” neste caso não tem relação com uma condição biológica, mas social e cultural.
Qual termo seria, então, mais adequado? A palavra “surdo” seria o termo mais apropriado e capaz de minimizar a estigmatização das pessoas surdas, pois não focaliza em questões físicas ou biológicas, mas considera a surdez em relação as suas particularidades e à condição linguística diferenciada. Esta diferença não diz respeito a um modo melhor ou pior de se comunicar, apenas diferente.
Apesar do termo “surdo-mudo” volta e meia aparecer na mídia, é considerado depreciativo e inadequado. Carolina Hessel pesquisou alguns desses exemplos:
lo que sucedeJornal A Razão, Santa Maria, 14 de fevereiro de 2006
Não é a toa que já foi criado um guia para a abordagem do tema “deficiência” na mídia.
Mas há também exemplos inspiradores. Como o personagem Humberto da turma da Mônica que em uma historinha de maio de 2006 passou a se comunicar em Libras. Humberto não é mudo não, mas se expressa por sinais e a turminha também aprendeu como se comunicar com ele.
monica1Gibi Mônica n. 239. Maio de 2006

Língua ou linguagem?

As línguas de sinais são línguas, assim como é o português, inglês ou espanhol. E a linguística e neurolinguística já vem comprovando isso há algum tempo.
Em 1960 se deu o primeiro passo importante para o reconhecimento da Língua de Sinais como uma língua dotada de estrutura gramatical pelo trabalho de William Stokoe, que publicou Sign Language Structure, que Oliver Sacks considera o “primeiro caso de atenção séria e científica dada ao sistema de comunicação visual dos surdos americanos”.
Sacks relata também experiências conduzidas pela professora Úrsula Bellugi, durante a década de 1970, sobre a estrutura das línguas de sinais. Beluggi constatou que a língua de sinais se processa no hemisfério esquerdo do cérebro, utilizando as mesmas vias neurais necessárias ao processamento da fala gramatical, portanto, usuários da língua de sinais, embora possuam uma língua de natureza visual-espacial, apresentam a mesma constituição cerebral que usuários de línguas orais.
Os estudos científicos são recentes mas sabe-se que, como as línguas orais, a língua de sinais é constituída por mecanismos fonológicos, semânticos, sintáticos e morfológicos, tendo como principal característica seu caráter visual-espacial.
Ou seja: línguas de sinais são tão complexas quanto línguas orais.

Basta saber o alfabeto?

De jeito nenhum. O alfabeto manual, também conhecido como alfabeto datilológico, é muito utilizado para comunicar nomes próprios ou palavras que ainda não possuem sinal correspondente, mas para uma comunicação efetiva é preciso aprender muitos outros sinais e estruturas gramaticais. Além de estudo teórico, aprender Libras, como qualquer língua, requer também muita prática. Conhecer o alfabeto é apenas o primeiro passo.

DATILOLOGIAAlfabeto manual brasileiro
Na língua de sinais, cada pessoa tem um sinal correspondente, para que não seja sempre necessário indicar o nome todo pelo alfabeto manual. Quando um surdo se apresenta, é bem comum que diga seu nome e seu sinal. Se você ainda não tem, quando conhecer um surdo ou um grupo de surdos, poderá ser “batizado” com um sinal.

Os significados dos sinais são óbvios?

Não. Pelo menos não todos. Existem tantos sinais icônicos (que fazem alusão a imagem do que representam), quanto arbitrários (que não mantêm semelhança com o que representam).
escovar dentesExemplo de sinal icônico: escovar dentes. Fonte: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira
conversarExemplo de sinal arbitrário: conversar. Fonte: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira
Mesmo os sinais icônicos não são necessariamente evidentes. Para quem não conhece a língua, entender uma conversa em Libras, geralmente é bastante difícil.

Cada país tem sua língua de sinais

É bastante comum a suposição de que todas as línguas de sinais são iguais ou que se deveria criar uma língua de sinais internacional. Mas assim como cada país tem seu idioma, tem também sua língua de sinais.
No filme Babel, dirigido por Alejandro González Iñarritu, por exemplo, a personagem Chieko, interpretada pela atriz Rinko Kikuchi se comunica pela Língua de Sinais Japonesa. Rinko foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo papel desempenhado em Babel. Chieko é uma garota surda com dificuldades de se relacionar, deslocada em um mundo muitas vezes inacessível. Apesar das diferenças linguísticas, as barreiras culturais e sociais são recorrentes nos mais variados países.
Rinko-Kikuchi-star-as-Chieko-in-Paramount-Classics-Babel-2006-35Chieko, personagem surda do filme Babel
Embora existam propostas de línguas universais (como o Esperanto e o Gestuno), sabe-se que línguas são manifestações vivas e culturais, modificam-se com o tempo, acompanham a história e os contextos sociais e culturais de um determinado grupo. Sempre haverão apropriações e transformações, assim como diversidade de uso.

Diversidade dentro de um mesmo país

O caráter linguístico da língua de sinais também é reconhecido pela ocorrência de regionalismos, variações locais, sotaques, gírias, da mesma maneira que ocorre com as línguas orais.
verde 1Exemplo de variação linguística: sinal de “verde”, usado em MG, RJ, MS, DF, PR, BA e CE. Fonte: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira
verde 2Exemplo de variação linguística: sinal de “verde”, usado em SP e RS. Fonte: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira
A revista Mundo Estranho publicou em 2010 algumas gírias em Libras.
GI-RIAS SURDOSArtigo “Existem gírias na língua de sinais dos surdos?”. Revista Mundo Estranho. Outubro de 2010

Língua escrita de sinais

Já se defendeu que a impossibilidade de uma versão escrita da língua de sinais confirmaria sua invalidade linguística. Pois esta suposição já foi contrariada, o SignWritingconsiste em um sistema de escrita da língua de sinais, criado por Valerie Sutton em 1974, capaz de transcrever línguas de sinais do mesmo modo que o Alfabeto Fonético Internacional é capaz em relação as línguas faladas.
Existem, inclusive, títulos de livros infantis que empregam tanto o português, quanto o SignWriting, além de recontar histórias clássicas a partir de personagens surdos como é o caso de “Rapunzel Surda” e “Cinderela Surda”.
RAPUNZEL_CAPA_menorLivro ‘Rapunzel Surda’, de Carolina Hessel Silveira, Fabiano Rosa e Lodenir Becker Karnopp

Libras e aprendizado do português

O educador Paulo Freire já disse que a “leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Como ensinar uma língua oral-auditiva para uma pessoa que não escuta som algum? É bastante improvável que o aprendizado e a comunicação ocorram satisfatoriamente. Ao contrário do que muito já se defendeu, o aprendizado da Libras é fundamental para o posterior aprendizado do português, que é considerado uma segunda língua para a pessoa surda.
Enfim, é importante entender: o aprendizado da Libras não prejudica o aprendizado do Português.
Pessoas surdas possuem níveis diferentes de compreensão do português escrito, algumas delas com dificuldades que podem inviabilizar o entendimento e interpretação de um texto. Por isso, nem sempre é suficiente incluir um texto escrito para promover acessibilidade para surdos.
Estas dificuldades em muito se relacionam com o emprego de metodologias de ensino inadequadas e ineficientes e que, na maior parte dos casos, excluem a língua de sinais e os recursos visuais e pedagógicos necessários.
De qualquer maneira, o uso de legendas são importantes, ampliam a acessibilidade a pelo menos parte da comunidade surda.
O projeto “Videoteca – Cinema Nacional Legendado”, patrocinado pela Petrobrás e realizado pela Associação de Reabilitação e Pesquisa Fonoaudiológica (ARPEF), por exemplo, foi responsável pela legendagem de 60 filmes nacionais, utilizando closed caption, e distribuição gratuita de kits a 100 entidades filiadas à Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS).
O folder do projeto explica que, além do ganho cultural para a comunidade surda, os filmes legendados auxiliam na aquisição e enriquecimento da língua escrita.
VIDEOTECA_NACIONAL_menor

Física com Libras

Achei interessante e muito boa a iniciativa. São alguns vídeos com a legenda e o libras.

Neste vídeo, o Prof. Fábio Resende mostra, através da linguagem de sinais (libras), o fucionamento da máquina a vapor. O conceito de trabalho termodinâmico é explorado, e ainda a produção de energia elétrica a partir de uma máquina térmica.


Este vídeo foi produzido por alunos da escola de ensino médio para surdos Professora Lilia Mazeron, com a supervisão e orientação do professor Fábio Lucchesi Resende. Os conceitos de dilatação térmica dos sólidos e dilatação térmica dos gases são explorados através da linguagem de sinais, libras.

Dilatação térmica

Vídeo que faz parte do programa criado em 2011 pela Rede Minas, em parceria com a Secretaria de Educação de Minas Gerais. Excelente ferramenta para quem quer se preparar para o Enem. Além dos programas (que abordam temas e matérias do Enem 2011 e 2012), você encontra importantes dicas de estudos.

Densidade


Tratamentos podem dar maior autonomia a pessoas com autismo

Doutor Drauzio Varella mostra principais métodos de tratamento e que uma ajuda bem direcionada pode melhorar a vida de todos ao redor.


Autismo se instala nos 3 primeiros anos de vida; conheça possíveis sinais transtorno

No segundo episódio da série “Autismo, universo particular”, Drauzio Varella investiga os sinais do autismo e por que é tão difícil chegar a um diagnóstico.

capitulo 02

Especialistas afirmam que existe uma pessoa com autismo para cada 92

1º capitulo da série do Fantástico da Globo sobre Autismo

http://g1.globo.com/fantastico/quadros/autismo-universo-particular/noticia/2013/08/especialistas-afirmam-que-existe-uma-pessoa-com-autismo-para-cada-92.html  


Software auxilia alfabetização de crianças com deficiência intelectual

DA UNB AGÊNCIA - UOL EDUCAÇÃO - 17/07/2013 - SÃO PAULO, SP
O software Participar, que auxilia na alfabetização de crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual, está disponível nas 650 escolas públicas do Distrito Federal e em todos os Estados do País. A tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da UnB (Universidade de Brasília) e tem sido aprovada pelos professores que utilizam o sistema.
`Foi o Participar que ajudou a minha filha a evoluir bastante`, garante Rosineide Santana de Araújo, mãe de Letícia. A menina de oito anos de idade começou a usar o software há menos de seis meses e já apresenta progresso em seu desenvolvimento cognitivo. `Este ano ela deu um salto grande quanto à socialização`, destaca a professora Ângela Vasconcelos, que atua na sala de leitura do Centro de Ensino 35 de Ceilândia.
Letícia foi diagnosticada com deficiência intelectual e, desde muito pequena, apresenta dificuldades para a comunicação. No início do ano, a professora Silvana Souza, da sala de recursos do colégio, apresentou o software Participar para a mãe da menina. Rosineide aprovou a utilização da tecnologia na escola e levou o projeto para casa. `Letícia gosta muito. Se deixar ela assiste todo dia`, conta a mãe.
`Antes ela representava as palavras com desenhos`, afirma Silvana. Após os exercícios com o Participar, Letícia entende que para escrever é necessário utilizar letras e que as palavras tem grafias diferentes. `Ela já está partindo para o nível da escrita`, garante a professora. Silvana acredita que a evolução da menina não é resultado apenas da utilização constante do software, mas também da determinação da mãe da criança, que incentiva o processo de aprendizado. `Eu lutei muito pela minha filha`, conta Rosineide.
Desde o início do ano, o programa tem sido utilizado na sala de recursos do Centro de Ensino 35 da Ceilândia. A escola atende 18 estudantes com deficiência intelectual, com idade entre 8 e 15 anos. `O software abrange todos os níveis de escrita e todas as dificuldades`, informa a professora Silvana. A iniciativa que deu certo no Brasil agora será exportada para outro continente. `A Divisão Educacional do Ministério das Relações Exteriores está intermediando as negociações pra que o software seja implantado em escolas de países africanos de língua portuguesa`, conta Wilson Veneziano, coordenador do projeto.
O programa
O Participar é um software multimídia criado para colaborar no desempenho de crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual em fase de alfabetização. O programa apresenta as letras do alfabeto, o som de cada uma delas e exemplos de objetos em que são utilizadas, além de 600 vídeos produzidos pela UnBTV. Também é possível acessar uma série de exercícios, que são apresentados por dois jovens com Síndrome de Down, e ainda um bate-papo simulado.
O projeto teve início com o trabalho de conclusão de curso de Tiago Galvão e Renato Domingues, alunos da Ciência da Computação da UnB, sob a supervisão do professor Wilson Veneziano. O programa fez tanto sucesso que já há previsão de nova versão. `No segundo semestre, lançaremos a versão ampliada do Participar com novas funcionalidades e lições com base em sugestões dos professores usuários`, conta Wilson Veneziano.
A equipe continua trabalhando para o desenvolvimento de softwares educacionais. Entre os novos programas estão um direcionado a educandos autistas e outro que atua no ramo da matemática social, `com contribuições para a utilização de dinheiro, leitor de relógio e identificação do número da linha do ônibus`, exemplifica Veneziano.
Para o desenvolvimento dos projetos, a equipe conta com o auxílio da orientadora educacional Maraísa Borges. Ela é especializada em alfabetização de deficientes intelectuais e trabalha na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
Interessados em adquirir o software Participar devem enviar pedido para o e-mail projetoparticipar@gmail.com


Perspectiva escolar dos pais de autistas difere da habitual

A contribuição positiva da escola para as crianças com espectro do autismo é quase unanimidade entre os seus cuidadores, chegando a 85%, segundo pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Este estudo também comprovou que o ambiente escolar tem uma função diferente da tradicional para estes pais: apenas 18% acredita que a escola desenvolve a aprendizagem, a independência, a comunicação e o comportamento, enquanto 53% citaram o desenvolvimento social como item de maior progresso.
A autora da pesquisa Autismo e escola: perspectiva de pais e professores foi a fonoaudióloga Ana Gabriela Lopes Pimentel. Em 2010 ela iniciou os estudos indagando-se sobre o processo de inserção escolar das crianças com espectro do autismo. Na primeira etapa, entrevistou individualmente 56 cuidadores de crianças com o diagnóstico do espectro do autismo enquanto seus filhos estavam na terapia fonoaudiológica. O termo “cuidadores” foi utilizado na pesquisa pois nem sempre estas crianças eram acompanhadas por mães ou pais. A maioria dos pacientes era composta por meninos e a idade deles variou entre 3 e 16 anos.

96,4% dos entrevistados tinham filhos que frequentavam a escola

Fonte: Agência USP
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Garoto autista fica mais falante e feliz após adotar cachorra resgatada


  • Reprodução/Daily Mail
    Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho
Um garoto de oito anos que sofre de autismo se transformou de um garoto "dolorosamente estranho e isolado" em um menino tagarela graças à sua amada cachorra resgatada. Em apenas dois meses, a cachorra mix Staffordshire terrier fez de Jonny Hickey "a criança mais feliz desde que eu o conheço", disse sua mãe, Linda, ao Daily Mail.
Jonny, que vive na Geórgia, nos Estados Unidos, mal falava antes de encontrar Xena. Ele passava horas jogando bolinhas de gude sozinho e morria de medo de novas experiências. Os dois desenvolveram uma relação especial desde que se encontraram, dois meses atrás, quando a família adotou a cachorrinha. Desde então, Jonny se transformou em um menino carinhoso e feliz, que considera Xena sua melhor amiga.
Um vídeo com os dois mostra Jonny cantando You've got a friend in me (música de Randy Newman e tema de 'Toy Story") com Xena em seu colo.  Em outro, o menino diz que ele e Xena formam um time mais que perfeito e beija a cabeça da cachorrinha.
Mãe de dois filhos, Linda Hickey, de 44 anos, disse em uma entrevista ao Today.com: "Estes dois estavam destinados a ficar juntos, a salvar um ao outro em um nível que os humanos simplesmente não conseguem entender".
"Desde o primeiro dia, a cachorra sentou-se no colo dele no banco do carro, e tem lhe dado todos esses beijos. E é ali que ela tem ficado desde então", disse Linda.
A professora disse que seu filho agora não para de conversar, falando a ela sobre como foi seu dia na escola.
Xena foi levada para um abrigo de animais na Georgia no fim de 2012, depois de ter desmaiado no quintal de uma pessoa. A cachorra de quatro meses estava esquelética e com cicatrizes, após ter sido jogada numa gaiola.
A equipe do abrigo DEKalb County Animal Services, na Geórgia, disse que Xena chegou pesando por volta de 1,8 kg e num estado muito próximo da morte, de acordo com o Today.com.
Chrissy kaczynski, do abrigo, disse que em 12 anos de trabalho com cachorros resgatados, Xena é um dos piores casos que já presenciou. A filhote rapidamente se recuperou e ganhou o apelido de Xena, a guerreira.
A mãe de Jonny achou a cachorra numa página do Facebook e foi pegá-la em um evento para angariar fundos para o abrigo, em novembro último. Ela diz que a conexão entre seu filho e Xena foi instantânea.
"Estávamos lá literalmente havia apenas quatro minutos quando Xena correu rapidamente na direção de Jonny e do meu marido. Eu já amei aquela cachorra na hora e, depois de conhecê-la, eu realmente confirmei este amor".

Pesquisas sobre os efeitos de crianças com autismo e a companhia de animais têm mostrado que eles são mais propensos a rir e a falar na presença de animais que na de brinquedos.
Cães do Serviço de Autismo da América que possuem treinamento especial proporcionam um efeito calmante nas crianças. A mãe de Jonny posta regularmente fotos no Facebook de Xena e fez uma série de vídeos de apoio para entidades de prevenção de autismo e crueldade contra animais.
"Meu nome é Jonny e esta é minha cachorrinha, Xena", ele fala no vídeo, com a cachorra descansando perto dele com a pata em seu colo.

"Bom, minha Xena foi muito machucada por pessoas não muito legais. E eu tenho austismo. Então, eu acho que nós formamos um time mais que perfeito para espalhar  que se deve ser bom com os animais e legal com crianças como eu", disse Jonny.
  • Xena foi encontrada quase morta, desmaiada em um quintal, porém, respondeu bem ao tratamento e teve a sorte de encontrar Jonny e mudar o destino de ambos
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/05/04/garoto-autista-fica-mais-falente-e-feliz-apos-adotar-cachorra-resgatada.htm


Direitos dos Autistas__________________________________________________________

No programa da Rede Globo - Encontro com Fátima Bernardes deste dia 27/02/2013, forma discutidos os problemas que vários autistas encontraram no que se refere à educação, bulling etc. São depoimentos de pais que estão lidando com o assunto. Vale à pena ver. Veja os tópicos dos vídeos
Berenice Piana lutou pelos direitos dos autistas no Brasil
Ana Maria Elias adotou dois filhos autistas
Berenice decidiu colocar o filho em uma escola especial
André e Marie moraram fora do Brasil como filho autista
No Brasil, Pedro foi estudar em escola pública
Marie sobre filho autista: ‘Pedro ignora o bullying’
Filho de Maria Gabriela foi diagnosticado aos 15 anos
Paulo mudou novamente de escola e está se adaptando
Marilaine montou uma escola para o filho estudar
Filho de Ilton Caruso foi diagnosticado aos dois anos
Filho de Ilton Caruso foi diagnosticado aos dois anos

Veja o vídeo

Propaganda!______________________________________________________________

Minha esposa e meu filho tem um pouco de intolerância à lactose, então vai ai a dica

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&ik=5971dae850&view=att&th=13c8c6a690106f85&attid=0.1&disp=inline&realattid=f_hcjcxuzd0&safe=1&zw&saduie=AG9B_P_mMbz9Hgut_xkRNSnuD7p8&sadet=1359625957550&sads=HGu6VTfhMhtFZI9_f28i5G_teSg

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/u/0/?ui=2&ik=5971dae850&view=att&th=13c8c6a690106f85&attid=0.2&disp=inline&realattid=f_hcjcyde51&safe=1&zw&saduie=AG9B_P_mMbz9Hgut_xkRNSnuD7p8&sadet=1359626353506&sads=BMHcuYfOr4Zo3KdXJ2V3nJFI1rc

Tradutor portátil para Linguagem de Sinais_______________________________

A linguagem de sinais é um sistema complexo de comunicação usado principalmente pelas pessoas surdas. A complexidade dos gestos torna difícil a comunicação com pessoas sem o treinamento adequado.

MyVoice é um dispositivo portátil em fase de desenvolvimento que incorpora um microfone, alto-falante, caixa acústica, câmera de vídeo e monitor. A idéia é que ele seria apoiado sobre uma superfície plana e dura, onde ele iria usar sua câmera para "ler" os gestos de uma pessoa surda. Um microprocessador reconhece os sinais individuais, e, então, de forma audível "fala" a mensagem para a pessoa que ouve através da placa de som e alto-falante.




Autismo x poluição___________________________________________________

Veja a reportagem
Saiba mais


Encontro de pais e filhos.______________________________________________

Ontem, ocorreu na vila dos militares, no Bacacheri - Curitiba, um encontro entre pais e filhos (autistas). Foi uma tarde muito quente e animada. Uma iniciativa de duas mães que possuem filhos na escola Conviver, que é especializada neste tipo de atendimento. Foi uma forma de comemorar o dia das crianças antecipadamente e de trocar idéias e informações sobre alternativas para tratamento, dicas, idéias etc
Pais mais experientes e mais novatos, se interando e como era o slogam da faixa de boas vindas o que compartilhamos é o que nos une. Ao todo ums 30 famílias participaram, ótima iniciativa!







Ensino inclusivo beneficia crianças especiais


Crianças percebiam quando o aluno especial ficava incomodado com alguma coisa
A inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais no ensino regular pode proporcionar muitos benefícios. Entre eles, efeitos terapêuticos decorrentes diretamente da interação do aluno especial com as outras crianças. Foi isso que constatou a professora universitária Mônica Maria Farid Rahme em seu doutorado pela Faculdade de Educação (FE) na USP.
Fonte: Agência de notícias da USP




Brasileiros criam painel interativo para deficientes físicos com o Kinect__________

Sistema identifica pessoas que perderam membros e cadeirantes.


Sistema identifica pessoas que perderam membros e cadeirantes.

Usuários podem usar comandos de voz em português para navegar na web.
O Kinect, acessório para Xbox 360 e PC que reconhece os movimentos do jogador, é muito usado em games e dispensa o uso de joystick. Desde o lançamento do aparelho no final de 2010, desenvolvedores "hackearam" o dispositivo para usá-lo com outras funcionalidades, o que fez a Microsoft lançar um kit de desenvolvimento aberto para que o Kinect fosse utilizado para outras finalidades.

Finalidades estas que o FIT - Instituto de Tecnologia, de Sorocaba, no interior de São Paulo, percebeu que poderia aplicar ao Kinect para melhorar a interação de deficientes físicos com a tecnologia. "Criamos um painel interativo em que qualquer pessoa, com deficiência física ou não, pudesse interagir", disse ao G1 o analista de sistemas do FIT Maurício Oliveira, responsável pelo projeto que demandou dois meses de trabalho e foi concretizado há três semanas. "Exploramos a questão da deficiência como fator de inclusão, mas o mesmo aplicativo permite que pessoas sem deficiência possam usá-lo".
Foi desenvolvido um painel interativo em que cadeirantes ou quem perdeu parte dos braços possa usar e interagir, acessando informação. O aplicativo usado apresenta um mapa do mundo, no qual os usuários navegam pelos continentes utilizando os braços e obtêm informações sobre 60 países.

O sistema também reconhece comandos de voz em português - no Kinect para o Xbox 360, o idioma ainda não foi lançado oficialmente, embora na feira E3, a Microsoft tenha dito que uma atualização traria comandos de voz em português nos próximos meses.

"Mais do que um game, queríamos fazer algo com propostas mais nobres. Já que o Kinect reconhece braços e cabeça do jogador, ele poderia rastrear qualquer outra parte do corpo", explica. "Foi um trabalho de programação e de estudo das características da deficiência física da pessoa. Vimos que é fácil controlar o sistema pelo Kinect com o braço, mas é mais complicado para quem tem apenas parte dele e, por isso, tivemos que calibrar o sistema".
Segundo Oliveira, o FIT tem mais de 200 pessoas com deficiência física, que ajudaram a criar o sistema.

Usos da invenção

De acordo com Oliveira, não existe um único propósito do que pode ser feito. O programa pode ser construído do zero para qualquer finalidade. "O potencial [dele] é forte", afirma. Ele exemplifica, dizendo que lojas podem usar o sistema para criar uma vitrine virtual que pode ser utilizada por qualquer pessoa.

Ainda, Oliveira acredita que o Kinect pode ser usado na área da educação. "As crianças, por iniciativa própria, podem usar e brincar, assimilando conteúdo que só conseguiriam aprender ou gravar do modo tradicional".

O potencial na área médica também é destacado. "Muitas empresas têm usado o Kinect na fisioterapia. Procuramos criar aplicações para atender esta área".

Deficientes visuais

O sistema criado pela FIT também permite que deficientes visuais utilizem o sistema. Por meio de comandos de voz, eles podem navegar na internet. "Ele sabe o que há na tela por meio de uma narração dinâmica. O sistema pode até ler uma notícia para a pessoa".
Fonte: G1


Jogo brasileiro ajuda na educação de crianças com autismo____________

CARTOLA - AGÊNCIA DE CONTEÚDO - TERRA EDUCAÇÃO - 11/07/2012 -SÃO PAULO, SP
Pais e educadores de crianças com autismo têm mais uma ferramenta a seu serviço. Um jogo criado por um mestre em ciências da computação pela PUC-RJ auxilia na alfabetização de estudantes nessa condição. Chamado Aiello, em homenagem a Santa Elena Aiello, a plataforma permite à criança associar nomes e imagens de objetos, ampliando seu vocabulário. `É um jogo simples que tem um personagem principal, um esquilo, que solicita uma palavra qualquer para a criança. Ele pede prato, então tem um prato lá e ela seleciona`, explica o criador Rafael Cunha. Existe ainda a possibilidade de configurar o jogo para que, em vez de objetos, apareçam palavras, o que o faria útil também para auxiliar no aprendizado das palavras escritas.
O software foi criado por Rafael como parte da sua dissertação de mestrado, defendida em dezembro do ano passado. A novidade é que o programa, que estava disponível apenas para a realização da pesquisa, foi liberado para acesso do público geral e já conta com uma série de usuários.
A motivação para o desenvolvimento desse aplicativo veio da esposa de Rafael. Fonoaudióloga, ela estava atendendo uma criança com autismo que tinha dificuldade de socialização, mas se interessava muito por computadores. Logo, ele procurou uma maneira de usar o dispositivo para a alfabetização de crianças nessa condição.
Segundo o psicólogo especialista na área Robson Faggiani, o uso da informática pode ser de grande importância na educação de autistas, já que eles costumam gostar de mídias interativas, como vídeos e games. Faggiani acredita que, desde que usadas com moderação e como complemento ao ensino regular, essas ferramentas são muito úteis.
A professora do Departamento de Psicologia da PUC-RJ Carolina Lampreia auxiliou Cunha a entender as necessidades da criança com autismo. Ela realça que o método utilizado pelo jogo é interessante, pois trabalha de modo lúdico com o intuito de motivar a criança. Assim, ela se sente estimulada a seguir realizando as tarefas solicitadas. `O modelo que ele utilizou é muito interessante, chama-se escolha segundo a amostra. Você tem uma amostra e duas opções. Se escolhe a certa, a criança é recompensada de alguma forma, toca uma música ou o bonequinho se mexe`, explica.
Outra vantagem apontada pelo psicólogo é que a maior parte desses programas de computador é desenvolvida em outros países, o que torna o uso por crianças brasileiras mais difícil. Faggiani elogia a iniciativa: `É bom que um brasileiro esteja fazendo isso em português. Sou completamente a favor do uso`, diz.
O jogo é recomendado para crianças entre cinco e nove anos e está disponível no site www.jogoseducacionais.com, compatível com qualquer navegador de internet, tanto em dispositivos móveis quanto em computadores.




Paralisia cerebral: dos aspectos físicos à inclusão social_______________



A paralisia cerebral é resultante de uma lesão ocorrida nas áreas motoras do sistema nervoso, afetando o comando do cérebro.
A condição pode ocorrer em algumas áreas do cérebro, como o cerebelo, caso em que o equilíbrio é prejudicado; ou no sistema piramidal, quando ocorre o tipo mais comum de paralisia, e a mobilidade voluntária da pessoa é afetada.
Em ambos os casos, as consequências físicas refletem-se em dificuldades sociais e psicológicas, tanto para o paciente quanto para sua família.
Pesquisas da USP (Universidade de São Paulo) indicam caminhos possíveis para lidar com a questão.
Fonte: Diário da Saúde


Aplicativo para celular guia deficientes visuais por voz_________________




Guia vocal
Pesquisadores da USP desenvolveram um aplicativo para celulares que ajuda deficientes visuais locomoverem-se pela cidade.
Smart Audio City Guide - guia auditivo inteligente para cidade, em tradução livre - rendeu aos estudantes Renata Claro, Gabriel Reganati e Thiago Silva, o terceiro lugar na Imagine Cup, um concurso de inovação promovido pela Microsoft.
O aplicativo utiliza informações geolocalizadas e GPS, sendo alimentado por informações de qualquer usuário da rede, de maneira colaborativa.
Fonte: Diário da Saúde


Ensino de  Geografia para deficientes visuais_________________________________


5/6/2012 - 08:54

Apesar de já estar muito desenvolvida em termos mundiais, a cartografia tátil - área da cartografia voltada à criação de mapas, globos terrestres e maquetes para o ensino de geografia para deficientes visuais - ainda é pouco difundida em países como o Brasil.
Isso porque as tecnologias existentes no mundo para produzir esses materiais cartográficos, que podem ser lidos por meio do toque por pessoas cegas ou com baixa acuidade visual, ainda são muito sofisticadas e caras, o que impossibilita sua utilização em salas de aula de escolas públicas no país.
Mas, nos últimos anos, pesquisadores de algumas universidades no Brasil e de outros países têm se dedicado ao desenvolvimento de materiais didáticos simples, adaptados para a linguagem cartográfica tátil, que podem ser facilmente utilizados por professores e alunos do ensino fundamental e médio.
As experiências dos principais grupos de pesquisadores do Brasil e do Chile que realizam estudos na área de cartografia tátil são narradas no livro Cartografia tátil: orientação e mobilidade às pessoas com deficiência visual.
A publicação reúne artigos de pesquisadores da Universidade Tecnológica Metropolitana de Santiago do Chile (UTME), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras instituições.
"Apesar de materiais cartográficos táteis serem produzidos desde o início do século 19 em nível mundial por professores, pais e voluntários, essa área ainda é pouco conhecida no Brasil e na América Latina, mesmo no meio acadêmico", disse Maria Isabel Castreghini de Freitas, professora do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, e uma das organizadoras do livro, à Agência FAPESP.
Por meio de um projeto de pesquisa, realizado com apoio da FAPESP, os pesquisadores da Unesp de Rio Claro desenvolveram nos últimos anos maquetes, mapas e jogos didáticos, adaptados para a linguagem cartográfica tátil.
Os materiais possuem relevo e diferentes texturas, além de sinalizações em braile e recursos sonoros, para facilitar o aprendizado de alunos com deficiência visual.
Já os materiais didáticos para os estudantes com baixa acuidade visual possuem cores fortes e tamanho de letras aumentadas e podem ser utilizados tanto por deficientes visuais como por alunos que não possuem problemas de visão, visando a integração dos estudantes em sala de aula.
"O objetivo é que esses materiais táteis sejam utilizados em atividades e aulas integradas, reunindo estudantes cegos ou com baixa visão com os que enxergam, conforme as diretrizes das atuais políticas de inclusão de alunos com necessidades especiais na educação infantil e no ensino fundamental", explicou Freitas.
Inicialmente, os materiais são desenvolvidos em laboratório, com base no conteúdo dos cursos de geografia nos diferentes níveis do ensino. Depois são levados para escolas com alunos cegos ou com deficiência visual, para serem testados e aprimorados com ajuda dos próprios estudantes e dos professores.

Noção de espaço
Aos professores são oferecidos cursos de formação, em que eles aprendem a utilizar o programa de computador Mapavox, que possibilita incluir dispositivos sonoros em maquetes e mapas.
O software foi desenvolvido pelos pesquisadores da Unesp em parceria com José Antonio dos Santos Borges - pesquisador do Núcleo de Computação Eletrônica (NEC) da UFRJ, que criou o primeiro sistema para auxiliar pessoas cegas a usarem computador, o Dosvox.

"Quando desenvolvemos os materiais, percebemos que eles eram um pouco limitados em termos de possibilidade de exploração pelos alunos cegos ou com baixa acuidade visual e que, se além das diferentes texturas eles possuíssem som, seria possível aumentar a interação dos estudantes com os materiais. Por isso, procuramos o professor Borges e propusemos que ele desenvolvesse um sistema de materiais didáticos com recursos sonoros", contou Freitas.
Por meio de comandos específicos, o sistema computacional permite acionar sons em uma maquete, mapa ou um jogo didático conectado a um computador, facilitando a orientação de um estudante cego na exploração do material didático que, até então, só ocorria pelo tato, ampliando suas possibilidades de percepção e sua compreensão do espaço.
Ao percorrer uma maquete de uma praça central de uma cidade, por exemplo, o estudante pode tocar botões que emitem sons do sino de uma igreja, do barulho de uma fonte de água e da música tocada pela banda de um coreto.
"São mensagens e sons curtos que têm algum significado para estudantes cegos. Nosso maior desafio neste trabalho é entender como eles adquirem a noção de espaço, que é fundamental no ensino de geografia", disse Freitas.
"Para isso, começamos utilizando maquetes da sala de aula, da casa e do caminho que percorrem para vir à escola de modo a entender como concebem o espaço e o ambiente ao seu redor", disse.
Fonte: Agência FAPESP

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Software possibilita maioreficiência no ensino de disléxicos ______________________________________

Da Redação - TerraEducação - 02/06/2012 - São Paulo, SP

O processo dealfabetização não é simples. São novossignos, fonemas, esquemas ortográficos, significados diversos paracoisas que antes eram apenas símbolos em um papel. Além dadificuldade natural que é entrar no mundo das palavras pela primeiravez, há crianças que apresentam defasagem insistente emrelação ao ritmo de aprendizagem do restante da turma, o quepode ser um sinal de dislexia. `É uma diferença noprocessamento de informações`, resume Maria InêzOcanã De Luca, neuropsicóloga especialista naárea.
A profissionaltambém explica que a dislexia pode ser observada em trêsníveis: leve, moderada e severa, dependendo do quãocomplicado é para essa criança a interpretaçãode signos e textos.
Partindo doproblema que é encontrar uma forma de facilitar aalfabetização dessas crianças, Cíntia SalgadoAzoni, doutora em Ciências Médicas pela Universidade Estadualde Campinas (Unicamp), fez sua tese - concluída em 2010 - com ointuito de desenvolver um software para aumentar a absorçãodas lições por parte dos disléxicos. Agora, ospesquisadores da Unicamp estão implantando melhorias no programa decomputador para que seja possível usá-lo também comadolescentes que apresentem as mesmas condições.
A pesquisa, quegerou o Programa de Remediação Fonológica (Prefon),reuniu 31 crianças entre 9 e 12 anos diagnosticadas com odistúrbio. Dessas, um grupo fez uso do software e o outro,primeiramente, não. `O grupo que usou apresentou significativamelhoria. Melhoraram em vários aspectos, como nas habilidades dalinguagem, atividades de consciência fonológica,memória e trabalho`, conta Cíntia. Ela ressalta que oprocesso não é de cura, mas de melhoria do quadro geral dacriança.
Podendo sermanipulado pela própria criança, mas contando comacompanhamento de um profissional, o programa funciona em qualquercomputador. Nele, o aluno é estimulado a realizar diversasatividades, como jogos. Uma parceria com alunos de mestrado do Instituto deBiologia da universidade permitiu o desenvolvimento de atividades paramanter a atenção e o desempenho das crianças.Há muitos estímulos visuais e auditivos para auxiliar noaprendizado mais efetivo das lições no processo dealfabetização, e são usadas estratégias delinguagens nas quais as crianças com dislexia têm maisdificuldade, como a rima.

Disléxicos no País
Háparcerias com outros órgãos de ensino, e o projeto teve oapoio do Instituto ABCD. No entanto, não há verbagovernamental direta nem projeção deimplantação do sistema nas redes de ensino do País.Cíntia cita que alguns estudos apontam para uma taxa de 2% deefetivos disléxicos entre os jovens que apresentam dificuldade deaprendizagem. O número é pequeno, mas o diagnósticotambém não é simples de ser feito. Ela afirma que nolaboratório onde trabalha na Unicamp há umapreocupação em apurar o real problema por meio de umaavaliação interdisciplinar.
Aneuropsicóloga Maria Inêz explica que não há umalegislação específica que garanta os direitos dosdisléxicos no Brasil. Eles acabam amparados por regras maisgenéricas, que tratam de crianças com deficiências deum modo geral. `Algumas escolas trabalham muito bem, outras, nada bem.Há um projeto em andamento para a aplicação de provasorais nessas crianças, mas há certa dificuldade em passarleis desse tipo porque é necessário o reconhecimento de queexiste um transtorno e que ele precisa ser tratado e, quando essereconhecimento existe, o governo tem que propiciar solução`,explica.
Já quenão há quem efetivamente garanta um tratamento diferenciadopara quem apresenta esse distúrbio cognitivo, a vida de quem temdislexia não é fácil em nenhum níveleducacional, seja em ensino fundamental, médio ou mesmo superior. Enão é só a falta de recursos e treinamento dosprofessores que atrapalha. Maria Inêz explica que, como hámuita competição entre as escolas particulares no sentido deterem um bom índice de aprovação no vestibular, muitosjovens com dificuldades de cognição são convidados ase retirar dos colégios que frequentam.
AAssociação Brasileira de Dislexia, órgão aoqual a neuropsicóloga é ligada, oferece periodicamentetreinamento para professores das redes pública e privada que queiramentender melhor os processos de ensino para uma criança comdislexia. Alguns, com valor mais acessível, para incentivar areciclagem dos profissionais. Mais informações sobre essescursos podem ser obtidas no site da instituição. site dainstituição. `São pequenas diferenças que podemser feitas em sala de aula, mas que demandam interesse,disposição e tempo dos profissionais`, diz MariaInêz.




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Autismo: um problema, muitas causas----------------------------------------------------------------------------------

Nada melhor do que mais informação para entender o autismo. A reportagem fala sobre alguns fatores genéticos que estão sendo estudados. O interessante são os outros links com mais tópicos sobre o assunto.


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Jogo educativo para autistas, ajuda na interação social

http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/05/acao-virtual-reacao-real
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Programa traduz textos em linguagem de sinais



Avatar comunica-se em Libras
Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um programa de computador que traduz textos em Libras, a Língua Brasileira dos Sinais.
Partindo do texto escrito, os sinais são mostrados na tela por um personagem 3D, que os especialistas denominam de agente virtual, mas que é mais popularmente conhecido por avatar.
O personagem, que pode ser alterado de acordo com a necessidade ou conveniência do usuário, reproduz os sinais utilizados pela Libras.
"Como a figura humana é apresentada em 3D, o usuário pode aproximar ou mudar o ângulo do avatar, caso queira compreender melhor a mensagem", explica Wanessa Amaral, que criou o sistema juntamente com o professor José Mário de Martino.

Leia mais

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Mãe inglesa coloca uniforme em cachorro para estimular filho autista a voltar à escola

DO UOL, EM SÃO PAULO - UOL EDUCAÇÃO - 08/05/2012 - SÃO PAULO, SP
Uma cadela vestindo uniforme escolar ajudou um estudante inglês, que tem autismo, a superar seu medo da escola e voltar às aulas. Segundo o tabloide britânico “The Sun”, Nick Gilling, de 14 anos, sofria bullying e, por isso, não queria ir mais ao colégio.
“O Nick sofreu muito bullying na escola. As outras crianças o viam como‘diferente’. Eles chutavam seu estômago, deixando hematomas, e o xingavam. Um dia, ele tirou o uniforme e me disse:‘Essa é a última vez em que vou usar uniforme. Você nunca vai me fazer voltar lá’”, afirma a mãe do garoto, Tessa.
Durante dois anos, o estudante teve aulas particulares. Em abril deste ano, Nick chegou a voltar a frequentar as aulas, porém, sem o uniforme.
Orientada pela organização “Dogs for Disabled”(“Cães para deficientes”, em tradução livre), ela decidiu colocar o uniforme de Nick na cadela Sally.“Pensei, não iria perder nada”, afirmou.
“Ele achou hilário. Ele deu gargalhadas, mas foi uma reação instantânea –ele concordou em usar o uniforme naquele dia para ir à escola. Foi um avanço incrível”, disse Tessa.
“Estamos treinando a Sally para jogar cartas com o Nick. É um longo processo, mas os cachorros, geralmente, aprendem rápido, e são bons para ajudar o Nick a interagir com as pessoas”, afirmou a mãe do menino.

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MAE oferece visita guiada e oficina para alunos de Educação Especial





Antônio Bueno da Rocha acompanhou a filha Ingrid Fabrício da Rocha numa Oficina de Cerâmica oferecida pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE), em Curitiba. Com ela, foram os colegas da Escola de Educação Especial Viviam Marçal. Eles participaram, nos dias 3 e 4 de maio, do projeto “Conhecendo o MAE”, do Setor de Ações Educativas do Museu. Antônio disse que considera importante a filha conhecer outras pessoas em ambientes diferentes. “Ela também quer aprender tricô e tocar violão”, explicou o pai.
“Adaptar as atividades do MAE para a comunidade, além de proporcionar a inclusão é um dos principais objetivos da iniciativa. Levamos também o museu para fora da Universidade, visitando escolas e instituições interessadas”, destacou a antropóloga Andréia Baia Prestes, coordenadora da Sala Didática ─ Expositiva da unidade. No caso dos alunos especiais, Andréia refletiu que as limitações físicas não os impedem de ter acesso ao conhecimento. A participação dos estudantes com deficiência em atividades como a Oficina de Cerâmica é uma tentativa de exploração dos conteúdos através de outros sentidos, como o tato, por exemplo. No total, dez bolsistas de várias áreas atuam no projeto, implantado desde 2008.


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Garotinho autista de 6 anos toca piano e faz sucesso no Youtube
Posted: 27 Apr 2012 06:46 AM PDT

Ethan W, um garotinho autista manda muito bem no piano e faz sucesso no Youtube. Em certos vídeos, seu pai acompanha no violão, mas a maioria dos vídeos ele toca sozinho do início ao fim.
Veja ele tocando “Bille Joel’s – Piano Man”



Na continuação tem ele tocando “Aha – Take On Me”



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CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE AUTISMO - FONTE http://cantinholudicodagre.blogspot.com.br



O dia 2 de abril foi instituído pela ONU como o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo.
Para trabalhar o autismo com as crianças assistimos vídeos da Turma da Monica que baixei do YouTube:

TURMA DA MÔNICA

Turma da Mônica Os Azuis

Depois confeccionamos o cartaz abaixo.
Entreguei a cada criança uma folha com o contorno de uma peça de quebra-cabeça (um dos símbolos do autismo), depois de explorarmos as formas do desenho pedi para elas desenhar uma figura humana.
As crianças desenharam, pintaram e recortaram, depois montamos o mural.




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IMPORTANTE!!!!


Conforme publicação no Diário oficial da União de ontem, o Confaz- Conselho Nacional de Política Fazendária,  reunido em Cuiabá, no último dia 30/03/2012, e transmitido ontem na A Voz do Brasil, concede isenção de ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física, visual , mental e autista. Antes esse benefício era oferecido apenas para o condutor deficiente físico, agora foi estendido diretamente por intermédio de seu representante legal. http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=09/04/2012&jornal=1&pagina=27&totalArquivos=184






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fonte: © Equipe Editorial Bibliomed


Neste Artigo:
O Autismo é um distúrbio cerebral que interfere com a capacidade do indivíduo em se comunicar e relacionar com outras pessoas.
Os sinais de autismo costumam surgir antes dos 3 anos de idade: a criança apresenta dificuldade para engatinhar ou falar, e não responde ou interage como outras crianças da mesma idade.
A severidade do autismo varia. Algumas crianças afetadas necessitam assistência em praticamente todos os aspectos do dia a dia, ao passo que outras podem freqüentar escolas normalmente. O denominador comum está no fato desta doença ser incurável, mas o tratamento é capaz fazer uma enorme diferença no desenvolvimento da criança. Em muitos casos, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem resultar em adultos independentes e felizes.


A causa exata ainda é um mistério. O autismo costuma ocorrer em grupos familiares, sugerindo um traço genético na doença. Alguns especialistas também acreditam na interferência de fatores ambientais, mas estas pesquisas ainda não produziram resultados conclusivos.
Alguns poucos casos de autismo podem ser relacionados a uma infecção viral (p.ex., rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), a fenilcetonúria (uma deficiência hereditária de determinada enzima) ou à síndrome do X frágil (um distúrbio cromossômico).

Quais são os sintomas?

Todas as pessoas autistas apresentam dificuldade para estabelecer relacionamentos sociais. Os pais de crianças autistas freqüentemente descrevem que seus filhos preferem brincar sozinhos e evitam estabelecer contato visual com outras pessoas.
Outros sintomas compatíveis com autismo incluem:
  • Dificuldade para lidar com a comunicação verbal e não-verbal.
  • Padrões de comportamento limitados e repetitivos.
  • Adesão rápida a rotinas e resistência a mudanças.
  • Maior incidência de depressão e distúrbio da ansiedade (mais comuns durante a adolescência).
  • Epilepsia (ocorre em 1/3 das crianças afetadas).
  • QI baixo: cerca de 70% das crianças autistas possuem níveis de inteligência abaixo do normal para a idade.
Vale lembrar que estas são manifestações genéricas. Não existe um padrão considerado "típico" para autismo. Crianças afetadas por este distúrbio podem apresentar combinações diferentes de comportamento.


Não existem exames laboratoriais capazes de determinar a presença ou ausência da doença. O diagnóstico é feito a partir observação atenta por um Psiquiatra, com base em critérios bem definidos pela Sociedade Brasileira de Psiquiatria e pela Academia Americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry ou AACAP).


Fonoterapia, fisioterapia e terapia ocupacional podem ser indicadas de acordo com a necessidade de cada caso. Em alguns casos, o comportamento agressivo e autodestrutivo precisa ser controlado com medicamentos.
O futuro da criança dependerá, em boa parte, do grau de desenvolvimento da linguagem adquirido pela criança até os 7 anos de idade - daí a importância da Fonoterapia.
Copyright © 2012 Bibliomed, Inc. 12 de abril de 2012


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O que é autismo?

O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento, que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de comportamento, de socializar e estabelecer relacionamentos. As escolas municipais de Araucária atendem 42 alunos com autismo, entre 03 e 48 anos.

De acordo com a diretora, desde 2011, a Secretaria Municipal de Educação (SMED) realiza a inclusão de alunos autistas no ensino regular. Já são 11 alunos matriculados no ensino fundamental e três nos Centros Municipais de Educação Infantil.

Lilian ainda destaca que Araucária conta com um Centro para os autistas e também duas escolas de ensino especial. “A Escola Especial Joelma do Rocio Túlio atende alunos autistas com até 14 anos. Já a Escola Municipal de Educação Especial Agrícola Pe. José atende os alunos acima de 14 anos”, explicou.

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

A data foi criada em 2008 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para alertar a população sobre a complexidade do assunto. Segundo a Revista Autismo, o autismo atinge quase dois milhões de brasileiros, e chega a ser mais comum em crianças do que o câncer, AIDS e diabetes. No mundo, a ONU estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com a síndrome.

Fonte: Blog da SMED 

ARAUCÁRIA FAZ A SUA PARTE NO DIA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO
 VEJA O BLOG DA SMED
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Bem como este dia 02/04/2012 é um dia para a conscientização sobre o autismo, vou deixar a sugestão de um filme. Bem, ele é antigo, mas é algo inspirador. Eu baixei ele do site indicado, no micro roda bem, no dvd tive algum problema com o som, mas fora isso tudo certo. Segue uma sinopse.


Quando nasceu, Raun era um saudável e feliz bebê. Com o passar dos meses, seus pais começam a observar que há alguma coisa estranha com ele, sempre com um ar ausente. Um dia vem a confirmação do que suspeitavam… Raun era autista. Decidem então penetrar no mundo da criança, acreditando que somente o milagre do amor poderá salvá-lo.
Baixar Filme Meu Filho, Meu Mundo Legendado
Este filme é baseado em fatos reais!

Link para baixar o filme

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Este material foi postado pela Amanda do Blog Caminhos do Autismo, achei interessante e muito bom para se trabalhar com as crianças.



Posted: 29 Dec 2011 02:23 PM PST


































http://mapadobrincar.folha.com.br/



































“ABC Kids”



































Revista eletrônica com brincadeiras e charadas. Também indica jogos on-line.
Aqui!



































“Ao ar livre”



































Tem 13 sugestões de brincadeiras para um dia de sol no parque ou no jardim, como examinando uma árvore, tiro de gelo e lava rápido de bichos de pelúcia.
Aqui!
“Bolinhas de gude e bolinhas de algodão”



































Aqui!
“Brincadeiras inventadas”



































O site do educador Chico dos Bonecos ensina a brincar de floresta sonora e apresenta o sapo Sabereta, entre outras brincadeiras divertidas criadas por ele. Tem ainda 20 trava-línguas, novos e tradicionais.
Aqui!



































“Brinquedos de papel”



































Página da ilustradora americana Marylin Scott-Waters com 60 lindos brinquedos de papel para imprimir, recortar e montar. Traz caixinhas, carros de corrida, bonecos e até mesmo teatrinhos mágicos. Em inglês.
Aqui!
“Brinquedoteca da Abrinq”



































Página da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, com espaço para discussões sobre o brincar, relação das brinquedotecas do país e uma seção de brincadeiras, dinâmicas, brinquedos artesanais e de construir.
Aqui!
“Coleção Taba no blog Cantos & Encantos”



































O blog tem o melhor acervo de música infantil disponível para download, incluindo cantigas de roda tradicionais. A antiga "Coleção Taba", de livros de histórias com discos e brincadeiras, também está lá. São 40 livros digitalizados, com os arquivos de música em mp3.
Aqui!
“Discussões sobre o brincar”



































Site do Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos da USP, também faz formação de profissionais da educação.
Aqui!
“Dobraduras”



































Ensina a fazer um cavalo-marinho, um cisne, um cachorro e um tsuru em origami.
Aqui!
“Jangada Brasil”



































Site sobre cultura popular brasileira, em formato de revista mensal. Traz informações sobre festas, comidas, músicas, causos, mitos e lendas, além de brincadeiras populares.
Aqui!



































“Jogos antigos”



































Traz história, curiosidades e regras de jogos de rua, de mesa, de tabuleiro e outros.
Aqui!



































“Jogos de salão para toda a família”



































São 13 brincadeiras como dentro e fora, jogo do minuto e que há de diferente?, para animar a casa em um dia de chuva.
Aqui!
“Ludomania”



































Conta a história e os fatos curiosos de jogos como gamão, ludo, a raposa e os gansos, entre outros.
Aqui!
“Mais cartas”



































Site mais completo sobre jogos com baralho, mostra a história, as regras e os objetivos de cada jogo, além de diagramas e até vídeos com jogadas específicas.
Aqui!
“Povos indígenas do Brasil Mirim”



































No site dá para conhecer um pouco da vida das crianças de tribos indígenas em todo o País. Na seção de brincadeiras, assista a vídeos sobre os índios calapalos, gabilis e xavantes, para aprender a brincar de pião, peteca, arranca mandioca etc.
Aqui!
“Projeto Bira”



































Traz brinquedos e brincadeiras de crianças da Amazônia, como espingardinha de taboca, pião de tucumã, perna de pau e outros pesquisados pela educadora Renata Meirelles.
Aqui!
“Um boneco por dia”



































Esse blog ensina a fazer um boneco de papel por dia. Os modelos podem ser baixados da internet e impressos. Depois, é só montar. O acervo já tem personagens de desenhos animados como "Up", "Os Incríveis" e "Monstros Vs. Alienígenas", bandas de rock e até presidentes. Em inglês.
Aqui!


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Equoterapia

Uma forma de tratamento que pode ser utilizada em conjunto com as demais terapias, a equoterapia utiliza cavalos para trazer benefícios como:
- melhorar a coordenação motora;
- equilíbrio;
- convívio social, comunicação, atenção, memória etc
Eu já havia visto reportagens e sabia que algumas crianças com autismo faziam uso desta terapia, achava que era muito caro, me surpreendi não é nada tão caro assim. Serve também para outros tipos de problema. Mais informações:

Andaluz - Centro de Equoterapia (41) 3027-1666
www.institutodeequoterapia.com.br


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Aula Especial




Uma viagem pela formação do planeta Terra, pelo mundo dos dinossauros e pelos mistérios do espaço fascinou os alunos de Liberato Salzano, município do norte do Estado. Por um dia, eles trocaram o lápis e o caderno por planetas, meteoritos, roupas de astronauta e telescópios.

O ginásio da cidade se transformou em uma máquina do tempo. A viagem começava por um local onde dava para ver de perto ossos de dinossauros que viveram há milhões de anos. Perto dali, miniaturas dos animais encantaram as crianças. Muitas não resistiram e, mesmo com medo, acariciaram os animais de brinquedo.

No outro lado da quadra, alunos cochichavam curiosos ao se aproximar de rochas que caíram do espaço. Mais adiante, observavam o céu em um equipamento que permite ver as estrelas de perto, o telescópio. 
Fonte: Jornal Zero Hora

Aulas especiais, geral mais frutos. Motivação, para crianças, pais e professores.



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Aprendendo mais sobre autismo

http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/01/novas-visoes-sobre-o-autismo

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Síndrome de Donw - Jogo estimula crianças

A experiência do game pode levar o jogador a lugares e situações inimagináveis: selvas inóspitas, paisagens bucólicas, cenários coloridos, surrealistas e tantos outros. É justamente nessa capacidade de entreter e envolver o jogador em um ambiente diferente, com lógica e atmosfera próprias, que pode estar a principal contribuição dos jogos para a educação. É o que defende Esteban Clua, professor do Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

No primeiro Festival Games for Change realizado no Brasil, Esteban afirmou que o game é a mídia que tem maior potencial para o aprendizado porque o jogador é um participante ativo e imerso dentro do ambiente virtual. Ele foi um dos responsáveis pela criação doJecripe, o Jogo de Estímulo a Crianças com Síndrome de Down em Idade Escolar. Devido ao déficit de atenção, os games educativos convencionais são uma barreira para crianças com a síndrome, e o Jecripe é um passo adiante na questão.
leia mais

Agradeço a colaboração do prof. Haroldo

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Exercício para treinar a fala com crianças

Não é nada de novo, minha tia Sueli, trabalhou vários anos com crianças especiais. Uma forma para tentar ensinar a criança a falar era utilizando uma técnica com espelhos. Vou transcrever o que ela utilizava.
- Numa sala, coloque um espelho grande. Se posicione atrás da criança e fazendo-a olhar para o espelho diga algumas palavras.
- Inicie com palavras simples, palavras chaves.
- Lembre de não ficar usando diminutivos ou voz infantilizada, fale normalmente.
- É interessante fazer a criança observar bem os movimentos da sua boca, para que a mesma tenha vontade de repetir, seja estimulada a isso.
- Respeite a criança, não force.
- Com pequenos passos se inicia uma caminhada.

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Audioteca Sal e Luz 25/01/12

A Audioteca Sal & Luz é umainstituição filantrópica, sem fins lucrativos, queproduz e empresta livros falados (audiolivros) para pessoas cegas ou comdeficiência visual, em todo o território nacional.
Seuacervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desdeliteratura em geral, passando por textos religiosos até textos eprovas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral.São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3. São livrosque alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os comdificuldade de visão pela idade avançada), de formatotalmente gratuita.  Para ter acesso ao acervo, basta se associar nasede,  situada à Rua Primeiro de Março, 125 -Centro,  Rio de Janeiro. É possível tambémsolicitar o livro pelo telefone ou escolher o título pelo site, queserá enviado gratuitamente pelos Correios. Acesse o site:http://audioteca.org.br/noticias.htmou entre em contato pelo número (21) 2233-8007.

colaboração prof. Haroldo

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Colaboração prof. HAROLDO 22/01/12

NOVAS FORMAS DE ENSINAR PARA AUTISTAS


Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem tecnologia para ajudar na terapêutica de crianças com autismo


Computadores, tablets e videojogos ajuda crianças autistas a comunicarem




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ATIVIDADES INTERATIVAS PARA AUXILIAR PESSOAS COM AUTISMO (ADULTOS E CRIANÇAS)

Esta página contém uma série de exemplos de atividades que podem ser criadas dentro do quarto de brincar / interagir do Programa Son-Rise® para auxiliar crianças e adultos com autismo a interagir e desenvolver suas habilidades sociais. As atividades abaixo estão divididas em duas partes, atividades com metas educacionais variadas e atividades com metas específicas da área da comunicação verbal. Recomendamos que a leitura das atividades siga a ordem apresentada nesta página:
Atividades Interativas Educacionais
Atividades Interativas para Desenvolver a Linguagem

VEJA O CONTEÚDO COMPLETO DIRETO NO SITE

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DESENHOS

Assim como a Supernanny orienta na TV, temos que estabelecer alguns horários para brincar, para ver TV, para atividades escolares etc. Algumas vezes por vários motivos, acabamos deixando as crianças diretamente na frente da televisão. Não importam os motivos, mas isso não deve ser uma rotina. A criança deve ser estimulada e não apenas ficar grudada na tela. Mas se isto não é possível, verifique a programação e escolha algo adequado para a criança.
Se você não tem TV à cabo, a própria TV aberta possui boas opções.
Evite desenhos violentos, prefira os que estimulem boas maneiras ou tragam informações uteis.
Minhas sugestões:
- Cocoricó
- Ursinho Pooh
- Pocoyó
- Sid, o cientista.

Para crianças maiores, a escolha é mais complicada, já que as mesmas acabam decidindo o que vão assistir, mesmo assim acompanhe a escolha. Alguns filhos podem preferir jogar, a mesma regra vale para este caso. De preferencia a jogos educativos, esportes, estratégia e descarte os jogos violentos, não estimule a violência. Lembre que neste caso quem compra ou aluga o jogo é o adulto.
Minhas sugestões:
- Fifa

Tudo o que você escolhe deve ter um motivo.

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Uma sugestão de filme para mostrar superação RAY



Sinopse: Em 1932 Ray Charles (Jamie Foxx) nasce em Albany, uma pequena e pobre cidade do estado da Georgia. Ray fica cego aos 7 anos, logo após testemunhar a morte acidental de seu irmão mais novo. Inspirado por uma dedicada mãe independente, que insiste que ele deve fazer seu próprio caminho no mundo, Ray encontrou seu dom em um teclado de piano.


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