quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Evento


O Programa de Pós-Graudação em Engenharia e Ciência dos Materiais da UFPR
(PIPE-UFPR) convida-os a participar da palestra a ser proferida pelo Prof. Alvaro Toubes Prata, Secretário Nacional de Inovação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Pesquisador Nível 1A do CNPq.

*Título:  "Universidade, Indústria e Inovação"
*Data: 14/09/2012 (sexta-feira)
*Horário: 15:30h
*Local: Auditório CESEC - Centro Politécnico (UFPR)

Atenciosamente,
Coordenação do Programa PIPE – UFPR

**Sobre o Professor Álvaro Toubes Prata:  
Atual Secretário Nacional de Inovação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
E Pesquisador Bolsista de Produtividade Nível 1A do CNPq. É professor titular do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC. Possui graduação em Engenharia Mecânica e em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília, mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em Engenharia
Mecânica pela Universidade de Minnesota, EUA. Há 34 anos na UFSC, atua na graduação e pós-graduação, coordenando projetos de ensino, pesquisa e extensão. Já publicou mais de 230 artigos científicos completos em periódicos e anais de congressos, orientou 41 dissertações de mestrado e 18 teses de doutorado - possui duas patentes depositadas. Em função de sua
reconhecida atuação em pesquisa e ensino em nível de pós-graduação, é pesquisador nível 1A no CNPq. De 2000 a 2004 foi pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UFSC e ocupou a presidência do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação das Instituições de Ensino Superior. É reconhecido com a Comenda da Ordem Nacional do Mérito
Científico - Classe Grã Cruz, dirigida a personalidades que se distinguem por relevantes contribuições à ciência. Recebeu o Prêmio Anísio Teixeira por ocasião do 60 aniversário da CAPES, em reconhecimento à sua grande contribuição ao desenvolvimento das Instituições Educacionais, Científicas e Tecnológicas no Brasil, por meio do magistério, da pesquisa e da
liderança institucional. De maio de 2008 a maio de 2012 foi reitor da UFSC e por dois mandatos ocupou a Vice-Presidencia da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, e coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Refrigeração e Termofísica. Suas áreas de pesquisa
são transferência de calor e mecânica dos fluidos.


UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
PIPE - Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência dos Materiais
Área de Concentração: Engenharia e Ciência dos Materiais
Centro Politécnico - Prédio da Administração - 2° Andar - Jd. das Américas
C.P.: 19011 - CEP: 81531-990 - Curitiba - Paraná - Brasil
E-mail: pipe@ufpr.br - Site: www.pipe.ufpr.br

Você sabe a diferença entre Peçonha e Veneno?


Artigo de Esclarecimento 

Por Marcelo Szpilman*

Você já deve ter ouvido nos programas e entrevistas na televisão os termos peçonha e veneno sendo utilizados de forma alternada e indiscriminada para se referir a uma mesma substância produzida por algum tipo de animal, normalmente perigoso e temido, como cobras, aranhas e escorpiões. E isso, provavelmente, o faz pensar que os dois termos podem ser aplicados para designar a mesma substância. Mas isso não é verdade.

Acredito que um dos grandes motivos para a enorme confusão entre os dois termos, fora, é claro, o desconhecimento, é a tradução mal feita dos livros e textos em inglês e dos programas originais em inglês da TV a Cabo, como Discovery, Animal Planet e NetGeo. Os ingleses e americanos costumam empregar corretamente as expressões em inglês venom e venomous (peçonha e peçonhento) e poison e poisonous (veneno e venenoso). Entretanto, quando o texto ou programa chega para a tradução, a expressão em inglês “venomous marine animals” é traduzida erroneamente como “animais marinhos venenosos”, quando o certo seria “animais marinhos peçonhentos”, pois o termo correto para animais marinhos venenosos é “poisonousmarine animals”.

Por isso, vale a pena, mais uma vez, esclarecer a diferença entre peçonha e veneno, pois, infelizmente, até mesmo alguns biólogos não sabem e empregam os termos de forma incorreta.

Peçonha: é uma substância (uma toxina ou mistura de várias toxinas) de origem estritamente animal, produzida por uma glândula, capaz de alterar o metabolismo de outro animal quando inoculada através de um aparato natural do animal (espinhos, dentes e outros). A toxina é injetada no corpo da vítima através da pele intacta. Exemplo: peixes peçonhentos, como o peixe-leão, o mangangá e a raia, cobras, aranhas, escorpiões e águas-vivas. Na verdade, quando uma pessoa morde a outra, sua saliva pode atuar como uma peçonha, apesar da baixa agressividade.

Veneno: é uma substância (toxina) de origem animal, vegetal ou mineral, porém não é produzida por nenhuma glândula, nem pode ser inoculada naturalmente. A toxina entra no corpo através dos tratos digestivo ou respiratório ou por absorção através de um tecido intacto, como a pele. Usualmente, os animais venenosos são aqueles que produzem envenenamento (intoxicação) quando ingeridos, na maioria das vezes ainda frescos, pois apresentam secreções tóxicas em seus organismos, como alguns peixes, como o baiacu, e algumas plantas.

Então, cobras, escorpiões e aranhas são animais peçonhentos que podem inocular peçonha. Só seriam venenosos se, ao comê-los, provocassem envenenamento.

Pode parecer exagero insistir nessa diferença, mas saber a forma correta e falar corretamente é sempre de bom tom. Há, no entanto, a opção de se continuar falando errado, como "ela está 'meia' gripada". Essa é uma decisão de cada um.

Instituto Ecológico Aqualung Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
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Romances podem ajudar no ensino da Teoria da Relatividade


Produtos culturais, como os romances, podem auxiliar na compreensão dos estudantes nas aulas de Física Moderna. Estas obras podem preencher uma lacuna apontada por diversos pesquisadores, que avaliam como insuficiente ou incorreto o conteúdo sobre o tema disponível em livros didáticos, descreve o pesquisador Emerson Ferreira Gomes.
Albert Einstein também usou a imaginação para desenvolver sua teoria
No Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências da USP, o professor apresentou sua dissertação de mestrado O Romance e a Teoria da Relatividade: a interface entre Literatura e Ciência no Ensino da Física através da análise do discurso e da estrutura da ficção. Gomes, que é professor no ensino básico, chegou a utilizar contos e filmes em suas aulas de Física. Segundo ele, a receptividade dos alunos era boa, pois fugia do conteúdo matemático e formal da disciplina. 
Fonte: Agência USP