quinta-feira, 27 de março de 2014

Observatório Nacional

Posted: 25 Mar 2014 07:12 AM PDT


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Lançada nos EUA em 1980 e exibida pela Rede Globo em 1982, a série de TV “Cosmos” inspirou uma geração de jovens ao redor do mundo a se dedicar ao estudo de ciências. Criada pelo astrônomo americano Carl Sagan e sua esposa, Ann Druyan, e apresentada pelo próprio Sagan, ela convidou os espectadores a embarcar na “espaçonave da imaginação” em uma viagem de 13 episódios pelo Universo, a origem e evolução da vida na Terra, o alvorecer da Humanidade, sua cultura e conhecimento e a possibilidade de existência de inteligência extraterrestre, entre outros assuntos, tornando-se um marco da divulgação científica. Agora, quase 20 anos após a morte de Sagan, em 1996, “Cosmos” volta à tela em versão atualizada, com a “nave da imaginação” desta vez capitaneada pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, diretor do Planetário Hayden, em Nova York.

Como é comum na ciência, da série original de Sagan, que tinha como subtítulo “Uma viagem pessoal”, para a nova (com o subtítulo “Uma odisseia no espaço-tempo”, que estreou nos EUA no domingo e terá o primeiro dos seus também 13 episódios exibido no Brasil pelo canal de TV a cabo “National Geographic” amanhã à noite), muito do que se achava certo mudou. Então, por exemplo, acreditava-se que a força da gravidade eventualmente frearia o processo de expansão do Universo ou que os sistemas planetários como o nosso eram raros. Hoje, porém, sabe-se que a expansão do Universo não só não está diminuindo de ritmo como se acelerando, impulsionada pela misteriosa energia escura, enquanto observações cada vez mais minuciosas e sofisticadas indicam que os planetas extrassolares são mais uma regra do que uma exceção.

— Muitas coisas se juntaram para fazer desta a hora certa para isso (uma nova versão de “Cosmos”) — reconheceu Tyson em entrevista ao site da “National Geographic” antes da estreia do programa. — Avançamos muito nos últimos 34 anos, mais que uma geração. Desde então, descobrimos milhares de novos planetas e muita coisa mudou.

O programa promete surpreender visualmente, já que, atualmente, temos muito mais recursos tecnológicos. Além disso, “Cosmos” é uma superprodução, que conta, inclusive com o diretor de fotografia da trilogia “Matrix”, Bill Pope. No episódio de abertura, Tyson revisita o primeiro capítulo da série original ao indicar o endereço da Terra no Universo e condensar toda a sua História em um ano, da qual a Humanidade só faz parte nos últimos 14 segundos.

Emoção na lembrança de encontro com Sagan


A escolha de Tyson, de 55 anos, como apresentador da nova versão de “Cosmos” também pode ser vista como natural. Filho de uma gerontologista e um sociólogo, ele foi criado no bairro novaiorquino do Bronx, onde frequentou escolas públicas e desde cedo demonstrou grande interesse pela ciência. Tanto que em uma passagem emocionante perto do fim do primeiro episódio de “Uma odisseia no espaço-tempo” ele mostra um diário de Sagan com seu nome anotado no dia 20 de dezembro de 1975 e lembra seu primeiro encontro com o já famoso astrônomo.

Então com 17 anos, o jovem estudante Tyson foi convidado por Sagan para ir a Ithaca, cidade no centro do estado de Nova York e lar da Universidade de Cornell, onde lecionava. Nevava forte naquele dia, e depois de levá-lo para conhecer os laboratórios e instalações da universidade, Sagan foi deixá-lo na rodoviária local. Preocupado, o astrônomo anotou seu telefone pessoal em um pedaço de papel e deu-o a Tyson, dizendo que se houvesse algum problema com o ônibus ele poderia passar a noite em sua casa com sua família. “Eu já sabia que queria ser um cientista, mas naquele tarde eu aprendi com Carl a pessoa que eu queria ser”, conta Tyson.

Apesar de posteriormente ter sido convidado pelo próprio Sagan para estudar em Cornell, Tyson preferiu ir para a Universidade de Harvard, onde se formou em física, obtendo posteriormente os títulos de mestre e doutor em astrofísica na Universidade de Columbia em 1989 e 1991, respectivamente, tendo colaborado em estudos que ajudaram a estabelecer as supernovas do tipo Ia como “velas padrão” para medir as distâncias no Universo. Mas a lição daquele dia em Ithaca permaneceu, e logo Tyson, a exemplo de Sagan, tornou-se um ferrenho defensor da ciência e um entusiasmado divulgador de seus conhecimentos.

À frente do Planetário Hayden desde 1996, Tyson passou a dedicar boa parte de seu tempo à divulgação científica, escrevendo livros, colunas em jornais e participando de programas de rádio e TV. Sua fama, no entanto, só cresceu a partir de 2000, quando encabeçou movimento para tirar de Plutão o status de planeta, tendo inclusive o excluído de modelo do Sistema Solar construído durante reforma no Hayden no início da sua gestão. Assim, quando em 2006 a União Internacional de Astronomia (IAU, na sigla em inglês) decidiu que Plutão passaria a ser designado apenas como “planeta anão”, agrupado com outros objetos de tamanho similar no Sistema Solar, Tyson ganhou o apelido de “assassino de Plutão”.


Participações especiais


De lá para cá, Tyson foi convidado para aparecer como ele mesmo também em diversos programas de ficção, tendo feito participações especiais em episódios de seriados de sucesso como “The Big Bang theory” e “Stargate Atlantis”. Ele também costuma apontar erros e imprecisões em produções cinematográficas. Em 2012, por exemplo, ele escreveu uma mensagem para o diretor James Cameron avisando que as estrelas estavam fora do lugar em uma cena do megassucesso “Titanic”, de 1997, o que levou Cameron a modificar a aparência do céu para a correta quando do relançamento do filme nos cinemas em versão 3D.

terça-feira, 25 de março de 2014

Mini-curso

Olá

Manter os alunos envolvidos e participativos na aula  não precisa ser um caos diário.

Infelizmente, muitos Educadores, passam a aula inteira tentando fazer com que os alunos prestem atenção.

Se você conhece outros Educadores que estão angustiados porque alegam que os alunos "não querem nada com nada", então o curso de Gerenciamento de Sala de Aula vai ajudá-los a ver a luz no fim do tunel.

Convide todos os seus amigos, pois desde o Infantil até o Ensino Médio, todos os Educadores receberão estratégias práticas, de fácil implementação na sala de aula.

O mini-curso não tem custo algum, e é enviado por email. As inscrições podem ser feitas no endereço: https://www.klickmail.com.br/clique/dGtsay1lcHQtLWY2Ny0xNjU4YS1idDktLQ%3D%3D


Abraços,

Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Coach
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Curso por email sobre Gerenciamento da Sala de Aula.
Nossa meta, neste ano, é ajudar 50.000 Educadores a transformar
a sala de aula. Inscrição gratuita no site www.sosprofessor.com.br

Concurso

Aluno(a)

Ganhar um carro 0 km nunca foi tão fácil: escreva uma página sobre o livro "Logosofia Ciência e Método" até o dia 24 de maio e concorra!

Mais informações: http://www.premiouniversitarios.logosofia.org.br/premios"

Tá chegando!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Nanomaterial magnético impulsiona eletrônica com calor

Nanomaterial magnético impulsiona eletrônica com calor
Nanomaterial magnético impulsiona eletrônica com calor



"Nenhum outro material conhecido pelo homem consegue fazer isso. É um efeito enorme."[Imagem: J. de la Venta et al./AIP]

Plantas biônicas capturam mais luz e detectam poluentes

Plantas biônicas capturam mais luz e detectam poluentes: A capacidade das plantas para capturar a energia da luz foi aumentada em 30%.

Plantas biônicas capturam mais luz e detectam poluentes

A ideia para as plantas biônicas surgiu de um projeto para construir células solares capazes de se autorreparar. [Imagem: Bryce Vickmark/MIT]

Ensine seu cérebro a aprender mais e melhor


Felipe Lima / Gazeta do Povo /
Técnica de memorização a partir de gráficos reproduz modelo de associação adotado pelo cérebro e aprimora os estudos
Simples e rápida de ser aprendida, a técnica de memorização conhecida como mind maps ou mapas mentais consiste em uma metodologia gráfica – um desenho – que imita a forma com que o cérebro produz os pensamentos e associa ideias. O método ajuda a guardar e lembrar conteúdos e a aprimorar os estudos.
O psicólogo e mestre em Educação Marcos Meyer explica que o mapa mental facilita a fixação de conteúdos porque o processamento visual é mais rápido que o auditivo. “Olhando a figura de uma casa, já sei que é daquilo que se está se falando. O processamento é automático. O auditivo é mais lento porque ainda será buscado no cérebro e associado”, conta.