A célula solar regenerativa usa canais microfluídicos para imitar o sistema vascular natural.[Imagem: Orlin Velev]
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Célula solar biomimética reconstrói-se para manter eficiência
Célula solar biomimética reconstrói-se para manter eficiência: As células solares usam canais que imitam os sistemas vasculares dos seres vivos.

terça-feira, 3 de setembro de 2013
Pais de crianças com autismo usam aplicativos em tablets para estimular a comunicação
Posted: 02 Sep 2013 06:26 PM PDT
Pais de crianças com autismo usam aplicativos em tablets para estimular a comunicaçãodo blog. caminhos do autismo
Marie Dorion,39, e os filhos Luis (à esq.), 7, e Pedro, 9, em sua casa em Jundiaí, SP
O tablet é uma espécie de melhor amigo e babá de Pedro, 9. O iPad se converteu também em uma janela de comunicação entre ele e o irmão caçula, Luiz, 7.
Os dois têm autismo, transtorno de desenvolvimento que se manifesta pela dificuldade de comunicação e de interação social.
Logo ao acordar, Pedro aciona um aplicativo, o First Then, indicado por um terapeuta americano, que o ajuda a organizar a rotina.
As imagens vão se sucedendo a um simples toque: ir ao banheiro, escovar os dentes, tirar o pijama.
“O iPad ajuda o Pedro, que tem um grau mais severo de autismo, a não se perder entre uma atividade e outra. Antes ele colocava a camiseta, mas se distraía”, diz a mãe dos garotos, a relações públicas Marie Dorion, 39.
Agora, antes de ir para a escola, Pedro aciona o aplicativo e vai ticando as atividades, como amarrar o tênis. “Não esquece mais a mochila”, diz Marie.
A família, que mora em um condomínio em Jundiaí (interior de SP), encontrou no tablet um aliado tanto nas tarefas corriqueiras quanto na hora de brincar. “Eles contam piadas um pro outro e se divertem”, conta a mãe.
A jornalista Silvia Ruiz, 42, também aposta no auxílio da tecnologia para facilitar a vida escolar do filho Tom, 3. Com o iTouch, o garoto indica quando quer ir ao banheiro, por exemplo. “Tom voltou a falar graças ao uso do tablet como reforçador da terapia.”
Como o filho tinha interesses muito restritos e não ligava para brinquedos, os pais e a terapeuta passaram a usar o tablet para incentivá-lo a fazer as tarefas e a falar. “A gente diz: ‘Você vai fazer esse quebra-cabeça e depois pode brincar no iPad’.” Tem funcionado.
WORKSHOPAutor do livro “Autismo, Não Espere, Aja Logo” (Ed. M.Books, 136 págs. R$ 42), Paiva Júnior é outro entusiasta do tablet. Pai de Giovani, 5, ele usa o aplicativo Desenhe e Aprenda a Escrever, que custa US$ 2,99, para ajudar o filho na coordenação motora para a escrita fina.
“É um aplicativo que faz a criança escrever as letras de uma forma lúdica, comandando um bichinho que come bolos”, explica.
Outro programa que tem dado resultado é o Toca Store. “É um brinquedo virtual que facilita o ensino de como funciona o uso do dinheiro.”A experiência positiva em casa fez Paiva começar a promover workshops sobre a utilização de iPad por autistas voltados para pais, profissionais e estudantes.
“O iPad não faz mágica nem vai melhorar a criança com autismo sozinho. É preciso sempre dar orientação, estar junto”, afirma Paiva.
Segundo ele, o mais importante é migrar para o mundo real. “Se ficarmos somente no iPad, vamos incentivar o isolamento, uma das principais características do autismo que queremos extinguir.”
O pai cita o exemplo doméstico. “Giovani começou a gostar de quebra-cabeça no iPad. Quando estava montando bem, comprei vários de verdade e montamos juntos no chão inúmeras vezes.”
Especialista no tratamento de crianças com autismo, a psicóloga Taís Boselli diz que o “iPad ajuda na comunicação, apesar do temor de que se transforme em comunicação alternativa e impeça as crianças de falar”.
Boselli ressalta a importância de estímulos precoce para melhorar o quadro, em especial os visuais. “Quando lhes damos um recurso visual, eles conseguem se comunicar. Por isso o sucesso do iPad no tratamento.”
ELIANE TRINDADECOLABORAÇÃO PARA A FOLHAFonte: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/1255768-pais- de-criancas-com-autismo-usam- aplicativos-em-tablets-para- estimular-a-comunicacao.shtml
Hora de modernizar
Ensino de física deve abordar questões controversas
da mecânica quântica no ensino médio, propõem pesquisadores. Currículo
baseado exclusivamente em cálculos matemáticos impediria reflexão do
aluno sobre conteúdo visto em aula.
Por: Célio Yano
Albert Einstein, em palestra realizada em Viena, em
1921. Físico alemão é um dos autores do chamado paradoxo EPR, que
provaria que a teoria quântica é incompleta. (foto: Ferdinand Schmutzer/
Wikimedia Commons)
Por: Célio Yano
Publicado em 28/08/2013 | Atualizado em 28/08/2013
Incentivar em alunos de ensino médio a leitura, a
interpretação de texto e o posicionamento acerca do que foi lido. A
proposta não é para aulas de literatura, história ou filosofia. A medida
é sugerida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp) como forma de inovar o ensino de física – isso mesmo, a
ciência que se ampara na lógica e usa a matemática como linguagem para
explicar os fenômenos da natureza.
O assunto foi tema de oficina ministrada pelos físicos Cassiano Pagliarini e José Márcio de Oliveira, da Faculdade de Educação da Unicamp, na Escola Paranaense de História e Filosofia da Ciência, realizada na semana passada (19 e 20/8) em Curitiba. No evento, os pesquisadores apresentaram uma proposta de abordagem, no ensino médio, do chamado paradoxo EPR e suas controvérsias.
É aí que entrariam as leituras, seja de artigos originais de cientistas, seja de textos de divulgação científica. Para Pagliarini e Oliveira, que integram o Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciência e Ensino, o ensino de física é muito limitado à reprodução de fórmulas e cálculos e desprovido de contextualizações, reflexões e discussões teóricas de caráter histórico, filosófico e epistemológico.
“Fazer cálculos é aprender física, mas questionar determinada interpretação de uma teoria também é”, defende Pagliarini. Os pesquisadores ressaltam que a ideia que propõem não é acabar com o formalismo matemático usado nas aulas de física. “O problema é que todo o currículo se baseia exclusivamente nesse formalismo.”
No volume seguinte do mesmo periódico, no entanto, Niels Bohr rebateu os argumentos de Einstein, Podolsky e Rosen, defendendo que a mecânica quântica é capaz de descrever tudo o que há para ser descrito nos objetos físicos de que trata. Não há consenso até hoje sobre as diferentes interpretações da teoria quântica – assim como de vários outros conteúdos das ciências exatas.
Segundo os pesquisadores, o ensino sobre questões controversas deve deixar claro que grupos de cientistas podem interpretar as mesmas informações de maneiras distintas e que questões controversas nem sempre podem ser resolvidas recorrendo-se à razão, à lógica e ao experimento. “A visão que o aluno precisa ter é a do cientista, ou seja, de que nenhum resultado é absoluto.”
A leitura e a discussão em sala de aula sobre questões controversas pode ser uma forma de incentivar até mesmo o interesse pela carreira científica, afirma Pagliarini. Com a proposta, os pesquisadores acreditam que podem contribuir para capacitar estudantes para tomada de decisão e, assim, aproximá-los de outros discursos além do científico, como o político e o social.
No ensino médio, eles sugerem que a introdução de tópicos de física moderna seja feita de forma orgânica, ao longo dos três anos do ciclo. Alguns estudos mostram que seguir a ordem cronológica do avanço da ciência, deixando a mecânica quântica para o fim do terceiro ano, é menos proveitoso.
Célio YanoCiência Hoje On-line/ PR
O assunto foi tema de oficina ministrada pelos físicos Cassiano Pagliarini e José Márcio de Oliveira, da Faculdade de Educação da Unicamp, na Escola Paranaense de História e Filosofia da Ciência, realizada na semana passada (19 e 20/8) em Curitiba. No evento, os pesquisadores apresentaram uma proposta de abordagem, no ensino médio, do chamado paradoxo EPR e suas controvérsias.
É aí que entrariam as leituras, seja de artigos originais de cientistas, seja de textos de divulgação científica. Para Pagliarini e Oliveira, que integram o Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciência e Ensino, o ensino de física é muito limitado à reprodução de fórmulas e cálculos e desprovido de contextualizações, reflexões e discussões teóricas de caráter histórico, filosófico e epistemológico.
Pagliarini: “Fazer cálculos é aprender física, mas questionar determinada interpretação de uma teoria também é”
“Se
o objetivo da educação básica é formar estudantes capacitados a passar
no vestibular, esse método é suficiente”, diz Oliveira. “Mas se queremos
formar leitores críticos e cidadãos, os conteúdos e estratégias têm de
ser outros.” Na oficina, os pesquisadores falaram a um público com
formações em diferentes áreas, como física, educação e filosofia.“Fazer cálculos é aprender física, mas questionar determinada interpretação de uma teoria também é”, defende Pagliarini. Os pesquisadores ressaltam que a ideia que propõem não é acabar com o formalismo matemático usado nas aulas de física. “O problema é que todo o currículo se baseia exclusivamente nesse formalismo.”
A proposta
O paradoxo EPR, tópico usado como exemplo para abordagem de assunto controverso da física moderna no ensino médio, é um experimento mental formulado em 1935 por Albert Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rosen (a sigla resulta das iniciais dos sobrenomes). Em artigo publicado no volume 47 da revista Physical Review, os autores pretendiam demonstrar que a teoria quântica era incompleta, uma vez que não era capaz de prever plenamente as propriedades de uma partícula subatômica.No volume seguinte do mesmo periódico, no entanto, Niels Bohr rebateu os argumentos de Einstein, Podolsky e Rosen, defendendo que a mecânica quântica é capaz de descrever tudo o que há para ser descrito nos objetos físicos de que trata. Não há consenso até hoje sobre as diferentes interpretações da teoria quântica – assim como de vários outros conteúdos das ciências exatas.
- Niels Bohr, em foto de 1958. Dinamarquês criticou artigo de Einstein, Podolsky e Rosen, entrando em discussão até hoje sem consenso. (foto: Israel Government Press Office/ Wikimedia Commons)
Segundo os pesquisadores, o ensino sobre questões controversas deve deixar claro que grupos de cientistas podem interpretar as mesmas informações de maneiras distintas e que questões controversas nem sempre podem ser resolvidas recorrendo-se à razão, à lógica e ao experimento. “A visão que o aluno precisa ter é a do cientista, ou seja, de que nenhum resultado é absoluto.”
A leitura e a discussão em sala de aula sobre questões controversas pode ser uma forma de incentivar até mesmo o interesse pela carreira científica, afirma Pagliarini. Com a proposta, os pesquisadores acreditam que podem contribuir para capacitar estudantes para tomada de decisão e, assim, aproximá-los de outros discursos além do científico, como o político e o social.
Limitações
Para Pagliarini e Oliveira, a responsabilidade pelo caráter obsoleto do ensino de física não é do docente, mas das políticas públicas de educação, que desvalorizam a carreira do educador. “Se um professor quiser investir tempo no debate filosófico, seja na escola pública ou na particular, haverá pressão até mesmo dos pais dos alunos para que a aula volte a ser dedicada à preparação para o vestibular”, diz Oliveira.
Oliveira: Se um professor quiser investir tempo no debate
filosófico, haverá pressão até mesmo dos pais dos alunos para que a
aula volte a ser dedicada à preparação para o vestibular
Uma
pesquisa conduzida pelo grupo da Unicamp revelou que o principal motivo
por que professores não utilizam tópicos de física moderna no ensino
médio é o fato de eles próprios não haverem tido contato com o conteúdo
ao longo de sua formação. “Mesmo na licenciatura, os currículos estão
engessados e se restringem à física clássica.” A mudança, portanto,
poderia começar pelo nível superior.No ensino médio, eles sugerem que a introdução de tópicos de física moderna seja feita de forma orgânica, ao longo dos três anos do ciclo. Alguns estudos mostram que seguir a ordem cronológica do avanço da ciência, deixando a mecânica quântica para o fim do terceiro ano, é menos proveitoso.
Célio YanoCiência Hoje On-line/ PR
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Brasileiros encontram irmã gêmea mais velha do Sol
Brasileiros encontram irmã gêmea mais velha do Sol: Mais velha, mas quase idêntica, esta gêmea do Sol mostra como será nossa estrela quando envelhecer - e ela pode ter planetas.

Esta imagem segue a vida de uma estrela parecida ao Sol, desde o seu nascimento, à esquerda da figura, ao longo da sua evolução até chegar a uma gigante vermelha, à direita. Esta imagem é meramente ilustrativa; as idades, tamanhos e cores são aproximadas (não estão em escala). Na fase de protoestrela (situada no lado esquerdo da imagem) o objeto pode ser cerca de 2000 vezes maior que o Sol, enquanto na fase de gigante vermelha (no lado direito da imagem) a estrela pode ser algumas centenas de vezes maior que o Sol.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]
Para aproveitar na internet
[+] - Vídeo aula TED sobre robótica
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Para quem gosta de robótica vale dar uma conferida na aula do Dennis Hong sobre alguns tipos de robôs.
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[+] - Economia de Energia - Curso online http://tecnociencia.com.br/web
[+] - Ulysses
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Baixe obras clássicas para leitura e entretenimento. Não deixe de ler...
[+] - A Metamorfose
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[+] - A ironia e suas refrações: um estudo sobre a dissonância na paródia e no riso http://tecnociencia.com.br/web
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Este livro estuda os discursos caracterizados pela dissonância, mais especificamente, a ironia, a paródia e o riso. Foram privilegiadas as teorias de Schopenhauer, Baudelaire e Jean Paul, já que são estudos que proporcionam uma aproximação estrutural e filosófica entre os fenômenos do riso e os discursos irônicos e paródicos. Desse modo, tal qual a ironia e a paródia, esse riso é também fruto de uma dissonância, que instaura, ao invés da certeza, a possibilidade, em lugar do uníssono, o ambivalente. O estudo dos significativos pontos de contato entre a ironia, a paródia e o riso legitima a relevância do sujeito na decodificação desses discursos caracterizados pela ambigüidade. Para a sua análise a autora analisou os textos: "O homem duplicado" (2002), de José Saramago, "O cavaleiro inexistente" (1959), de Ítalo Calvino, e "O duplo" (1846), de Dostoievski. A seleção das obras guiou-se pela estrutura dissonante dessas narrativas, nas quais se encontram muitas e variadas aplicações estéticas da ironia, da paródia e do riso.
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é um sistema operacional semelhante ao Windows, é gratuito e robusto.
Neste curso o participante vai acessar uma apresentação básica do
sistema.
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Você está à procura de uma oportunidade no mercado de trabalho? Quer um estágio? Pretende mudar de emprego? Deseja ampliar os seus conhecimentos? Independente de qual for o seu caso é sempre muito bom estar preparado para encarar uma entrevista de emprego.
Curso gratuito de corte e costura: Curso gratuito por EAD
Posted: 29 Aug 2013 10:57 PM PDT
Aprender
a costurar e confeccionar roupas pode ser uma forma rentável de
trabalho. Existe uma grande procura por este tipo de trabalho.
Mais informações »Folha lança simulado para o Enem com 180 testes e redação
Exame foi desenvolvido com a empresa educacional Adaptativa; inscrições devem ser feitas pela internet
Prova terá a mesma tecnologia de correção usada pelo MEC e vai gerar boletins com análise de desempenho
A Folha está
lançando, em parceria com a empresa de tecnologia educacional
Adaptativa, as inscrições de um simulado on-line para o Enem (Exame
Nacional de Ensino Médio), do MEC.
A
prova trará questões objetivas e redação. Serão 180 perguntas inéditas,
desenvolvidas pela equipe de professores da Adaptativa, distribuídas
pelas quatro áreas do conhecimento do Enem: ciências humanas, ciências
da natureza, linguagens e redação e matemática.
Para fazer o simulado Folha-Adaptativa, basta se inscrever gratuitamente no endereçowww.simuladofolha.com. br/enem/2013.
Os
inscritos poderão fazer a prova entre os dias 16 e 22 de setembro, no
horário de sua preferência. Cada etapa deve ser concluída em até quatro
horas e meia.
CORREÇÃO
As
questões serão corrigidas com a mesma tecnologia adotada pelo MEC, a
TRI (Teoria de Resposta ao Item).Esse sistema confere maior pontuação às
questões mais difíceis, considerando o índice de acerto das perguntas
no grupo que faz o exame.
A
TRI também permite reduzir o peso das perguntas aparentemente
"chutadas" pelos estudantes. Com isso, 150 acertos não significam
necessariamente 150 pontos na prova --depende de quais questões foram
respondidas corretamente.
O
boletim com as notas e a análise de desempenho individual de cada
participante estará disponível a partir de 4 de outubro, no mesmo sitewww.simuladofolha.com.br/ enem/2013.
O estudante que obtiver o maior número de acertos na parte das questões será premiado com um tablet.
"Conferir
o resultado é importante porque o aluno tende a estudar sempre aquilo
de que gosta e em que vai bem. Com o relatório, ele saberá exatamente a
quais áreas precisará se dedicar mais", explica o engenheiro Clécio
Lima, da Adaptativa, um dos responsáveis pela elaboração do simulado.
O
estudante terá cerca de um mês para aprimorar seus pontos fracos. A
prova nacional do Enem será feita nos dias 26 e 27 de outubro.
REDAÇÃO COLABORATIVA
O simulado Folha-Adaptativa
traz ainda uma novidade nesse tipo de exame eletrônico --a redação,
cuja correção será feita de maneira colaborativa pelos próprios alunos.
Depois de receber o texto corrigido, o estudante será convidado a reescrevê-lo e a submetê-lo novamente.
O
sistema já existe em sites internacionais de aprendizado de idiomas. No
Brasil, em simulados para o Enem, é novo. "Sabemos que os estudantes
aprendem muito lendo e corrigindo textos uns dos outros", diz Lima, da
Adaptativa. "Esse sistema permite ao praticante melhorar o texto."
O usuário mais participativo na correção das redações também ganhará um tablet.
IMPORTÂNCIA DO EXAME
Tirar uma boa nota no Enem é fundamental para ingressar em grande parte das universidades do país, especialmente nas públicas.
A
nota do exame também é usada para a seleção de bolsas do ProUni
(Programa Universidade para Todos) e do programa internacional do
Ciência sem Fronteiras.
De acordo com especialistas em educação, a importância do exame tende a crescer.
"Enquanto
houver um governo de continuidade ao do Lula, que criou o Enem, o exame
continuará ganhando importância", analisa o professor Marcelo Prado,
idealizador da coleção "Guia Prático do Enem", que prepara alunos para o
exame.
A
prova começou a ser aplicada em 2004. Em 2013, o Ministério da Educação
registrou recorde de inscritos: 7,8 milhões de estudantes. Isso
significa um contingente de 1,3 milhão de alunos a mais do que no ano
passado.
Fonte: SABINE RIGHETTI, DE SÃO PAULO.
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Seleção de acervos de livros para você usar e instruir seu filho a aproveitar em pesquisas online
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Astronomia na escola: Revista em pdf
Posted: 29 Aug 2013 10:57 PM PDT
São
ao total vinte revistas produzidas pelo Observatório Nacional onde cada
revista aborda um assunto específico sobre astronomia. As primeiras
nove revistas são em quadrinhos.
Mais informações »
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