quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Sugestão de Filme

Posted: 19 Aug 2013 05:04 PM PDT
Filme White Frog OnlineAssistir Filme White Frog Online Legendado
Gênero: ??? | Filmes Lançamentos 2012
Tempo de Duração: 93 min
Ano de Lançamento: 2013
Qualidade: DVDRip Legendado
Sinopse: “White Frog” conta a história de uma família obcecada com a ideia de parecer perfeita. O único “problema” aparente dos Young é o filho mais novo, Nick, que nasceu com Síndrome de Asperger, uma espécie de autismo, que faz com que a pessoa tenha dificuldades para se socializar. Quando o filho mais velho, Chaz, morre em um acidente, a família cai em pedaços. Nick, muito ligado a ele, precisa então juntar as peças. O longa é estrelado por Booboo Stewart (Nick), o Seith de “Crepúsculo”, Harry Shum (o Mike Chang de “Glee”), interpretando Chaz, um personagem que esconde durante a vida toda que é gay, e Tyler Posey (Doug), de “Teen Wolf”.

Cursos


O Porvir mapeou além das videoaulas, uma série de materiais adicionais gratuitos que podem ser consultados e até baixados pelos interessados. Confira a listagem completa a seguir:

TCC (Trabalho de conclusão de curso de graduação)
Instrutor: professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)
Acesse aqui

Material adicional gratuito para consulta:
1. Confira modelo pré-formatado de TCC elaborado pela USP São Carlos
2. Aprenda a utilizar o Prezi como alternativa aos slides do Powerpoint
3. Descubra uma nova forma de apresentar o trabalho com o Mural.ly

MONOGRAFIA (de Graduação ou de Especialização)
Instrutor: professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)
Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:
1. Leia as principais recomendações para a monografia feitas pela USP
2. Confira as instruções detalhadas para elaboração de uma monografia
3. Baixe a ferramenta Monogrando para ajudar na formatação do trabalho

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
Instrutor: professor Alexandre Barros (Cientista Político)
Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:
1. Confira as diretrizes sobre dissertações disponibilizadas pela USP
2. Leia o manual sobre a confecção de dissertações da UFRJ
3. Conheça os softwares usados para facilitar a elaboração da dissertação

TESE DE DOUTORADO
Instrutor: professor João Luiz Azevedo (Unifesp)
Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:
1. Baixe o manual de elaboração de teses publicado pela UFRJ
2. Organize a rotina de estudo com o orientador com o software Colabolo
3. Acesse um modelo de esqueleto de uma tese de doutorado da COPPE

(Davi Lira, Portal Porvir)
http://porvir.org/porcriar/videoaulas-gratuitas-ensinam-fazer-de-tcc-tese/20130813
 http://ead120.klicksite.com.br/aprenda-a-curar-as-dores-da-alma-com-a-magia-e-o-poder-oculto-das-ervas/?v=NTczfDB8/#!/assista Fitoenergética

NASA testa foguete que decola e pousa de volta

NASA testa foguete que decola e pousa de volta: Foguetes que decolam e conseguem pousar de volta não são utilizados na exploração espacial desde a missão Apolo.

EVENTO 2

 

Estão abertas até a próxima sexta-feira (23) as inscrições para o I Seminário de Educação para as Relações Étnico-Raciais. A iniciativa é da Prefeitura de Araucária e está sendo organizada pela Secretaria Municipal de Educação (SMED).

Serão quatro encontros que devem ocorrer no período noturno no Anfiteatro da Prefeitura, totalizando uma carga horária de 16 horas. Os participantes receberão certificados.

O primeiro encontro será realizado na terça-feira (27), com o mediador André Luiz Nunes da Silva, que abordará o tema “Políticas Públicas de Ações Afirmativas, Justiça e a Questão Racial na Educação”.

Os interessados em participar devem realizar as inscrições pelo telefone 3614-7425.


Confira a programação:

DATA ASSUNTO MEDIADOR HORÁRIO/LOCAL
27/08/2013
(3ª feira)
Políticas Públicas de Ações Afirmativas, Justiça e a Questão Racial na Educação André Luiz Nunes da Silva 18h30
Anfiteatro da Prefeitura
26/09/2013
(5ª feira)
Literatura Afro-Brasileira Cleber Fabiano da Silva 18h30
Anfiteatro da Prefeitura
21/10/2013
(2ª feira)
As Relações Raciais e a Escola na Perspectiva das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 Denis de Nilton Laurindo 18h30
Anfiteatro da Prefeitura
13/11/2013
(4ª feira)
Religiões Africanas no Contexto Escolar Dirléia Aparecida Matias 18h30
Anfiteatro da Prefeitura

EVENTO

Do USP Online

Acontece no dia 19 de setembro, na Faculdade de Educação (FE) da USP, o Colóquio A situação do Autismo na França hoje – Uma experiência articulada à educação, a partir das 8 horas.
O evento terá como público alvo profissionais que trabalham na área de saúde e educação. Para os organizadores, a questão do autismo tem levantado várias discussões e cada vez mais observa-se uma insistência em se enfatizar a causa do autismo como sendo biológica. Essas teses se baseiam principalmente em pesquisas genéticas que nada podem comprovar cientificamente nesse sentido.
O evento é gratuito, mas requer inscrição prévia até o dia 10 de setembro na Seção de Apoio Acadêmico da unidade. A FE fica na Av. Universidade, 308, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: site http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/eventos/detalhado.asp?num=1632, e-mail lenymrech@uol.com.br

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Extremos do Clima

Relatório indica que todo o Brasil deverá ficar ao menos 3ºC mais quente até o fim do século; chuvas podem aumentar 30% no SVeja mais na revista Fapespul-Sudeste e diminuir até 40% no Norte-Nordeste

Pais de crianças autistas divergem sobre educação especial

Familiares de pessoas com autismo estão organizando, para daqui a duas semanas, um grande ato, em
Brasília, para pressionar  o governo pelo direito de educarem seus filhos em casa ou em instituições
O movimento encontra resistência dentro do próprio universo de pais com filhos autistas. Há
associações que defendem que o caminho para a maior socialização é por meio da educação regular.
A divisão veio à tona após a presidente Dilma vetar, na lei que iguala direitos de autistas aos de demais
pessoas com deficiência, trecho que deixava aberta a possibilidade de a educação do grupo ser
realizada de acordo com necessidades específicas.

"O autismo se manifesta em diferentes graus, o que vai gerar demandas diferentes. Não é possível
tratar tudo na mesma normativa", diz Berenice Piana, mãe de um jovem com autismo e uma das
principais responsáveis pela aprovação da lei.
Entre as alegações dos que apoiam a educação segmentada estão a exposição dos filhos ao bullying, a
falta de estrutura e capacitação de professores nas escolas regulares e a imprevisibilidade das ações
das crianças, que podem inclusive ser violentas, dentro da sala de aula.
Apaes em todo o país dão fôlego ao pleito de quem defende a educação especial. A instituição é a mais
tradicional do país no trato com pessoas com deficiência intelectual tanto em aspectos educacionais
como em terapias.

Pelo Plano Nacional de Educação, em avaliação no Congresso, instituição nenhuma poderá, a partir de
2016, receber recursos públicos para fornecer ensino exclusivo a grupos com deficiência como autistas,
downs ou paralisados cerebrais, como no caso das Apaes.
"O mundo moderno exige toda criança na escola e o governo investiu em leis e procedimentos que
levassem o país a esse patamar. Se a criança não puder ir à escola por motivos médicos sérios, a
escola deve ir à criança", afirma o psicólogo Manuel Vazquez Gil.
Ele tem um filho com autismo em grau severo e que estuda no ensino regular.
O MEC (Ministério da Educação) defende que é inconstitucional a manutenção das escolas especiais,
uma vez que o Brasil é signatário de convenção internacional que determina a educação inclusiva,
fornecendo os governos as condições para isso.

"Os pais precisam ter o direito de escolha de onde querem educar seus filhos. Eles são os melhores
especialistas, vivem o problema no dia a dia", declara Piana.
Na política de educação inclusiva do MEC estão previstas ações "intersetoriais" para atender os casos
mais graves de pessoas com deficiência na escola, que envolvem auxílio de acompanhantes, atenção à
saúde e ensino complementar.
Os contrários à obrigatoriedade do ensino regular afirmam que, na vida prática, a educação inclusiva
não tem efeito para pessoas com autismo em grau severo, que não aprendem à contento e na escola
ficam longe de cuidados da família ou de profissionais habilitados.
A secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Battistella, avalia que o
debate em torno da educação de autistas não pode ser generalizado e precisa de mais espaço.

"O conceito da educação inclusiva é para o que trabalhamos, mas é preciso particularizar o que exige
um cuidado diferenciado. Em caso de autistas com grave dependência, talvez a escola convencional
não seja o melhor lugar."
Já a secretária municipal da mesma pasta, Marianne Pinotti, defende que a escola regular crie
condições, com a ajuda dos pais e de especialistas, para o atendimento de qualquer criança, de acordo
com suas necessidades.

Fonte: Folha de S. Paulo