terça-feira, 22 de maio de 2012
Não fique por trás da técnologia.
Estariam os populares pen drives com os dias contados? Com a computação na nuvem cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, hoje é muito fácil compartilhar e guardar arquivos em um disco virtual sem ter que carregar o "chaveirinho USB" para cima e para baixo. Praticamente todos os serviços de armazenamento na nuvem têm sua oferta gratuita. Com pacotes de, em média, 5 Giga, você tem uma pasta online para guardar e acessar seus documentos onde quer que esteja.
O mais novo concorrente neste segmento é o recém-lançado Google Drive. O sistema de armazenamento oferece 5 Giga de capacidade gratuitamente. Pagando cerca de 10 reais por mês, você aumenta este espaço para 100 Giga. Mas há opções para adquirir planos de até 16 Terabytes. O serviço da Google é compatível com mais de 30 formatos de documentos, incluindo vídeos em alta definição e arquivos do Photoshop, por exemplo. O Google Drive permite compartilhamento público ou privado de arquivos. Há versões do software para Windows e Mac OS. Já para os usuários de Linux, a única forma de acessar o conteúdo do seu drive virtual é através do navegador. O Google Drive, claro, já possui um aplicativo móvel para o sistema operacional Android, também da Google. | |||
Fonte: Olhar Digital
Mamografia fotoacústica substitui raios X por laser e ultrassom
Mamografia fotoacústica substitui raios X por laser e ultrassom: Ao contrário da agressiva e desconfortável manipulação da mama, típica da mamografia atual, o novo exame é feito com a paciente deitada confortavelmente sobre uma cama.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Telescópio Kepler dá pistas sobre impacto de explosão solar sobre a Terra
O telescópio espacial Kepler vem fornecendo novas descobertas sobre as colossais explosões que podem afligir algumas estrelas.
Estes lançamentos enormes de energia magnética - conhecidos como "super flares" (super chamas, na tradução literal) - podem danificar a atmosfera de um planeta em órbita nas proximidades, colocando em risco as formas de vida que eventualmente residam ali.
Felizmente o Kepler mostra que as "super flares" são muito menos frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol. O telescópio da agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, observa 100 mil estrelas em um pedaço de céu entre 600 e 3 mil anos-luz da Terra.
Fonte: O Último Segundo
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